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São Paulo também lucra com a milionária vende de Hulk.

9 out

O valor destinado ao clube formador de Hulk referente à transferência do atacante para o Zenit, da Rússia, deve ser rateado entre Serrano-PB, Vitória, São Paulo e Kawasaki Frontale do Japão. Pelo menos é o que diz o advogado do clube paraibano, Alan Belaciano, que está no Rio de Janeiro para tratar dos direitos do Serrano. Segundo ele, os quatro clubes são considerados formadores do atacante da Seleção Brasileira e, assim, cada um teria direito a uma fatia dos pouco mais de R$ 7 milhões que o clube russo tem que pagar pela transação.

Alan explica que o valor a que cada um dos quatro clubes teria direito a receber se baseia no tempo que Hulk passou em cada um deles. De acordo com o advogado, o documento oficial considerado pela Fifa para o cálculo é o passaporte do jogador, onde constam as datas de entrada e de saída do atleta em cada uma das agremiações.

– O passaporte é o documento oficial considerado pela Fifa para que o pagador (Zenit) saiba para quem deve pagar. No passaporte de Hulk, constam o Serrano, o São Paulo, o Vitória e o Kawasaki como clubes formadores. Não há nenhuma dúvida. E uma cópia do documento original (o passaporte) já foi enviado para o Zenit – explicou Alan Belaciano.

No entanto, por questões contratuais com o Serrano, o advogado disse que o valor que seria destinado ao clube paraibano segue em sigilo até que a pendência se resolva. Mas o Vitória já fez e divulgou os cálculos sobre a quantia a que teria direito. Segundo a diretoria do clube baiano, no qual Hulk assinou seu primeiro contrato como profissional, o Rubro-Negro espera receber 0,897% do valor da transferência, o que equivale a R$ 1,2 milhões.

Hulk foi comprado pelo Zenit por € 50 milhões (cerca de R$ 143 milhões). Neste caso, o valor a ser dividido entre os clubes formadores é de cerca de R$ 7,15 milhões. De acordo com Alan Belaciano, constam no passaporte do jogador apenas o Serrano (julho de 1998 a maio de 2000), o São Paulo (setembro de 2002 a fevereiro de 2003), o Vitória (abril de 2003 a janeiro de 2005) e o Kawasaki (de janeiro de 2005 e janeiro de 2006).

O curioso é que fazem parte do currículo de Hulk passagens pelo Vilanovense, da Segunda Divisão de Portugal, ainda em 2001, e por mais dois times japoneses: o Tokyo Verdy e o Consadole Sapporo, entre 2006 e 2008. Mas, de acordo com o advogado do Serrano, nenhum desses clubes está registrado no passaporte do jogador. Depois da passagem pelo Japão, Hulk foi para o Porto.

Desde que o Zenit começou a procurar o clube formador de Hulk para pagar os 5% do valor da transferência, como prevê o Estatuto da Fifa, muito desencontro aconteceu. Primeiro o clube procurou o Serrano do Rio de Janeiro, homônimo do clube paraibano. Mas a diretoria do clube carioca já confirmou que nunca contou com o futebol do atacante. O clube russo, então, procurou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para saber a quem deveria pagar o valor correspondente. Mas, apesar das idas e vindas do caso, o advogado que representa o Serrano espera que tudo seja resolvido nas próxima semanas.

– Desde que soubemos da transferência, enviamos toda a documentação necessária para o Zenit. Como houve a confusão envolvendo o homônimo do Rio, o processo sofreu uma paralisação, mas estamos retomando o contato. Já reenviamos a documentação e, na semana passada, mandei um email para o clube russo, explicando a diferença e independência entre os dois clubes (Serrano do Rio e Serrano da Paraíba). Isso tudo deve ser solucionado até o final deste mês, de forma amigável – finalizou Alan Belaciano.

 

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Caso Ganso: na correria cega para dar a “chegada de Deus” antes do rival, imprensa chuta leitor, compra versões carimbadas e presta serviço à desinformação.

18 set

Gazeta Press

O Santos acaba de recusar, nesta segunda-feira (17), mais uma proposta do  São Paulo para comprar os direitos econômicos do meia Paulo Henrique Ganso.

É a terceira oferta do Tricolor rejeitada pelo Peixe.

No final de agosto, o clube recusou R$ 10,7 milhões pelos 45% dos direitos econômicos que possui (os outros 55% pertencem à empresa DIS, do Grupo Sonda, que administra a carreira do jogador). Dias depois, disse não à segunda, de R$ 12,6 milhões pelos mesmos 45%.

O texto da nova recusa, publicado na página oficial do Peixe na internet, sob o títuloSantos FC recusa proposta do São Paulo por PH Ganso, é curta e carente de detalhes.

Diz apenas o seguinte:

– O Santos FC informa que recebeu, na manhã desta segunda-feira (17), nova proposta do São Paulo FC pelo atleta Paulo Henrique Ganso. Como o documento não atendeu os interesses do Clube, a proposta foi novamente recusada pelo Comitê de Gestão.

Como se vê, a nota esclarece apenas que a oferta do São Paulo foi recusada por “não atender os interesses do clube”.  Nada mais.

Na sexta-feira (14), quase toda a imprensa boleira nativa dava como certo que esta terceira proposta seria dos R$ 23,8 milhões pelos 45% do Santos. É o que, por sinal, o clube pede desde o início das negociações.

Jornalistas e veículos do ramo informaram também que, no acordo verbal de sexta-feira (14),  dois novos pontos teriam convencido o presidente do Santos, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, o Laor, a receber só os R$23,8 milhões de sua parte, em vez dos R$ 53 milhões do total dos direitos econômicos para depois repassar à DIS os seus 55% (a empresa, que tem relações arranhadas com Laor, temia que o Santos criasse dificuldade para entregar a sua parte).

O primeiro: o compromisso da DIS de abrir mão de receber qualquer coisa nesta transação. Para isso, não pegaria nada agora e assinaria, em contrato, que o Santos não lhe deve um centavo desses R$ 23,8 milhões. Em troca, o São Paulo daria 55% dos direitos econômicos de Ganso, ou até um pouco mais, numa venda futura. A “abertura de mão” DIS neste momento valeria apenas para o São Paulo. Se o negócio fosse fechado, por exemplo, com o Grêmio, que corre por fora, nada feito.

O segundo: a promessa do São Paulo de depositar à vista, de uma tacada só, os R$ 23,8 milhões na conta do Santos ainda nesta segunda-feira (17).

A coisa teria emperrado neste segundo ponto. Na proposta enviada hoje pelo São Paulo, o pagamento dos R$ 23,8 milhões teria sido dividido em duas partes, com metade a ser encaixada agora e a outra em janeiro de 2013.

Se o acordo verbal foi realmente feito nos termos citados aqui e a proposta enviada hoje prevê o pagamento em duas vezes, os dirigentes do São Paulo, não resta dizer outra coisa, foram primitivos, imaturos e oportunistas no pior sentido que o termo pode incorporar.

Fiel ao estilo irritante e pouco transparente que caracteriza a negociação dos dois lados, Laor disse que o motivo desta terceira recusa “não está no número”, dando a entender que o São Paulo chegou aos R$ 23,8 milhões. Mas, só para não fugir do costume, manteve obscuro o ponto de discórdia:

– Seria antiético falar de uma correspondência que o São Paulo mandou, assinada por seu presidente. Mas o problema não é o número. São as outras condições. O conjunto de frases da proposta não nos agradou. Mas sou democrático e aberto.

Laor, simples: diga o que não agradou no tal “conjunto de frases” e aí todos nós ficamos sabendo quem está certo. Mas não.

Agora, pior do que idas e vindas dos cartolas neste dramalhão mexicano é a forma cega e leviana com a imprensa esportiva nativa e muitos dos coleguinhas que vivem o dia-a-dia dos dois clubes trocam a apuração séria pelo serviço vergonhoso de alavancar os interesses de um ou de outro lado.

Não estou nem falando dos que defendem claramente os interesses de pessoas ou grupos, porque esses não são jornalistas. Falo de uma postura equivocada de profissionais e de veículos.

Na ânsia de anunciar a chegada de Deus à Terra um pentelhonésimo de sugundo antes do concorrente, naquela pulsão muitas vezes irresponsável de publicar algo que faça barulho – qualquer barulho -, grande parte da tigrada já deu como certa, neste episódio, umas 125 versões desmentidas logo depois pela força linear e comovente da verdade não apurada.

Desmentidas porque eram balões de ensaio produzidos para bombar algum interesse antes de sua explosão.

Colocaram Ganso com a camisa oito do Tricolor.

Disseram que o jogador definiu onde morar e comprou casa em São Paulo.

Afirmaram que ele havia topado um pouco provável salário bem menor do que o recebido atualmente no Santos.

E, agora, deram como absolutamente certa, no final de semana, uma negociação que de certa, neste preciso momento, não tem nada.

Se o São Paulo ofereceu a grana à vista e colocou no papel o pagamento a prazo (repito: coloco a questão no condicional), sabe o que ocorreu?

Isso: a suprema maioria dos órgãos de imprensa do País anunciou como fechada uma negociação aberta que, na hipótese do recuo do São Paulo, constrangeria o Santos de, vejam só, exigir o combinado.

O raciocínio é o seguinte: se, apesar da resistência do Santos, quase tudo leva a crer que o final da novela será mesmo Ganso no São Paulo, então não tem problema a gente vitaminar qualquer coisa à mão cheia porque, na hipótese remota dele não ir, tudo soará absurdo e o desmentido poderá ser feito sem maiores pesos.

Que bela prestação de serviço “institucional”, não é mesmo?

E na era da internet, com blogs e colunas em tempo real, onde cada jornalista, na pressa de desovar notícia, vira quase um “veículo em si”, esse problema assume dimensões ainda mais dramáticas e prejudiciais.

Foi assim também, descaradamente, na contratação de Ronaldinho Gaúcho pelo Flamengo.

Em um momento ele estava no Palmeiras, minutos depois no Grêmio, outros mais e o “dono” era o Corinthians, em seguida o Fla, depois o Palmeiras, até que…

…até que, com exceção de uns pouquíssimos, todos anunciaram, ao mesmo tempo,  o fechamento do compromisso do jogador com o rubro-negro. Todos na Gávea, com rádio, web, luz, câmera, ação.

E também na saída de R10 da Gávea, para virar R49 no Atlético-MG. Todo mundo comprando a versão de dispensa produzida pelo Flamengo até que… a Justiça anuncia, numa tarde fria e nublada, um processo unilateral do jogador para se desligar do clube. Unilateral. Uma beleza.

Em todos esses casos, o mesmo fenômeno lamentável: a correria insana em nome do “furo” veloz e a qualquer preço transforma a comunicação e não-comunicação, enlouquece o público e o leva a considerar tudo isso um lixo, enquanto espera uma imagem ao vivo dos sujeitos confirmando o que realmente aconteceu.

É o “jornalismo” que abandona no mar a sua razão de ser – o compromisso com o melhor possível para o pobre coitado do público – para se aliar à primeira baboseira plantada na esquina em nome de um falso ineditismo capaz de aplacar vaidades periféricas.

Se for para fazer assim, nos entregando de forma passiva à sedução rasteira de desembuchar qualquer inconsequência, desde que seja rápida, no jornalismo eletrônico de hoje, vamos ao menos avisar ao público para esperar acabar nosso jogo fraco e mal jogado de boatos, quase todos isentos de apuração, para que depois ele tome com fé apenas o último lance.

O São Paulo roeu a corda?

Ou Laor aceitou três dias atrás o que recusou hoje?

Ganso não suporta mesmo a ideia de continuar no Santos?

Ou a essa altura até vê com bons olhos a terceira via Grêmio?

Enquanto isso, aguardemos, pois, os próximos lances de São Paulo, Santos, Ganso e DIS para nos enrolar e produzir cenários favoráveis ao que cada um deles quer.

Mesmo porque, como se viu nesta história, amanhã poderá estar certo todo o errado de hoje.

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São Paulo e Grupo DIS chegam a um acordo. Santos aguarda o depósito.

15 set

Após longa reunião que se iniciou por volta das 17hrs da ultima sexta-feira. São Paulo e a DIS anunciaram um acordo no inicio da madruga de hoje.

Conforme o próprio Delcyr Sonda postou em seu twitter, ” A DIS vai dar parte da multa e aumentar sua porcentagem nos direitos de PH Ganso. A vontade do jogador pesou”.

O Santos foi informado que a multa será depositada na próxima segunda-feira equivalentes aos 45% dos direitos econômicos a que o clube praiano tem direito. E o Peixe já aceitou os termos com a DIS, dona dos outros 55%.

– Nunca me senti tão tricolor… – manifestou-se Ganso, já no início da madrugada, via SMS, para um amigo que pediu para não ser identificado.

O próprio Ganso ligou para o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, reiterando sua vontade em se transferir para o clube do Morumbi – ele havia acertado salários há quase um mês. Juvenal atendeu a reportagem do GLOBOESPORTE.COM por volta das 21h e relatou que o negócio estava bem encaminhado e que seria fechado neste sábado. Poucas horas depois, um membro da diretoria santista reconheceu que está tudo certo, e que Ganso está de saída para o rival.

Ele falou por telefone com Juvenal Juvêncio e, depois da conversa, reiterou aos empresários do DIS que não cogitava a hipótese de atuar no Grêmio. Na quinta-feira, um dos diretores do grupo havia viajado a Porto Alegre e deixado o diretor de futebol Paulo Pelaipe otimista em relação à contratação.

O Grêmio ainda tinha esperança. Também na noite desta sexta-feira, o presidente do clube gaúcho, Paulo Odone, afirmou que a negociação com o meia, o clube praiano e a DIS estava bem encaminhada. Mas a vontade de Ganso era mesmo se acertar com o São Paulo.

Agora o maior receio é de que o alvinegro volte a pedir o pagamento da multa integral (R$ 53 milhões).  São Paulo e DIS chegaram a R$ 23,8 milhões. Esse é o valor referente aos 45% dos direitos econômicos nas mãos do Santos.

Ao longo da novela, o Santos já mudou sua posição. Começou pedindo R$ 23,8 milhões, pulou para R$ 53 milhões e depois reduziu sua pedida.

Com medo de alterar o humor dos santistas e o preço, DIS e São Paulo passaram os últimos dias evitando polêmicas. Nos bastidores, no entanto, reclamam das dificuldades de negociar com um comitê gestor que costuma se reunir uma vez por semana e que tem integrantes com pensamentos diferentes.

Pitacos sobre Lusa e Ganso.

14 set

Marcello Lima.

O São Paulo tenta neste sábado estancar a má fase no Brasileirão e para isso terá que vencer a boa Portuguesa no Morumbi.

No primeiro turno, ainda sob efeito da eliminação na Copa do Brasil, o Tricolor foi derrotado por uma a zero, resultado que determinou a queda de Emerson Leão.

Ney Franco tem apenas uma duvida na lateral direita para definir o time: Rodrigo Caio, Wellington e Paulo Assunção disputam a posição.

A tendência é de que Wellington jogue pelo setor.

O time jogará no esquema da moda o 4-2-3-1 com Ceni, Wellington, Tolói, Rhodolfo, Cortez, Denílson e Maicon, Lucas, Jadson e Osvaldo, Luis Fabiano.

Como o São Paulo se tornou um time caseiro neste Brasileirão, é bem possível que consiga os três pontos nos dois próximos jogos no Morumbi, este contra a Lusa e depois contra o Cruzeiro.

Se tropeçar em casa, praticamente dará adeus a disputa pelo quarto lugar na competição e ai terá que priorizar a Copa Sulamericana para tentar sua volta a Libertadores no próximo ano.

GANSO

A novela continua.

O São Paulo não pagará o valor integral da parte Santista pela rescisão de contrato (23.8 mi) só chega a 16 milhões e a DIS tenta compor com o clube uma forma de chegar ao valor total.

Com o Grêmio na parada e disposto a depositar os 23,8 milhões de reais, fica cada vez mais claro que Ganso pode ir para o Sul como deseja o Alvinegropraiano.

Ganso dá prioridade ao São Paulo.

Em minha opinião seria Bizarro perder esta contratação.

Não há nenhum meia no mercado com a qualidade de P.H Ganso por este valor.

Conca e Montillo, por exemplo, sairiam muito mais caro, e estão completamente fora dos padrões salariais determinados por esta diretoria.

Sempre lembrando que o São Paulo, não precisaria usar um tostão da venda de Lucas para realizar esta contratação, bastando usar o dinheiro que recebeu do acordo judicial com Oscar e da venda de Bruno Uvini para o Napoli.

Em vez de ficar barganhando com o Santos, seria mais inteligente depositar os 23,8 milhões para garantir a vinda de Ganso e depois se acertar com a DISsobre os outros 55% dos direitos econômicos.

O São Paulo em sua história sempre ousou, sempre contratou jogadores que fizeram a diferença e que muitos duvidavam que viriam, a lista é grande! Vai de Leônidas da Silva a Pedro Rocha, Careca mais recentemente, Falcão, Pita, porque não, e por ai vai.

Se esta diretoria não mudar seu pensamento, seu modo de agir e não ousar um pouco vai continuar a montar elencos medianos, sem muitas ambições de conquistas, não pela vontade dos atletas e sim pela falta de qualidade técnica.

No mercado atual não há como não gastar para ter jogadores acima da média.

Paulo Henrique Ganso não joga bem há algum tempo, é verdade.

Porém já mostrou seu potencial e mesmo em má fase é melhor do que qualquer jogador de meiocampo deste atual elenco.

Acredito que motivado, em forma, poderá sim voltar a ser o grande maestro que já foi um dia no Santos.

Respeito quem pensa diferente.

Santos aguarda recusa de Ganso por escrito, enquanto estafe do jogador espera pagamento de multa até amanhã.

10 set

Perrone, BLOG DO PERRONE

O estafe que cuida da carreira de Paulo Henrique Ganso acredita que a novela envolvendo o interesse do São Paulo no atleta termine até amanhã. A expectativa é de que DIS, dona de 55% dos direitos do meia, e o clube do Morumbi entrem num acordo para que o Santos receba os R$ 23,8 milhões referente a 45% da multa rescisória.

Um dos problemas é o fato de o São Paulo achar caro pagar essa quantia para ter uma fatia de 45%. A saída é uma composição entre empresa e clube, que não parece difícil de acontecer. Outra dificuldade é a exigência do Santos de receber em sua conta o valor integral da multa, R$ 53 milhões.

Enquanto São Paulo e DIS preparam a estratégia para tentar tirar o jogador da Vila Belmiro, a diretoria do Santos aguarda uma resposta de Ganso por escrito sobre a última proposta feita a ele para reformar seu contrato.

O jogador já disse que não aceitou a oferta, mas o Santos alega que soube disso pela imprensa e quer a resposta escrita, já que a proposta foi formulada em papel timbrado.

Se assinar uma carta recusando o contrato oferecido pelo alvinegro, Ganso dará à diretoria um documento para ela se defender de possíveis críticas da torcida, caso o craque deixe a Vila Belmiro. Será uma prova do esforço dos dirigentes para mantê-lo.