Tag Archives: Seleção Brasileira

Preterido, Rogério Ceni descarta seleção brasileira.

21 out

.

A seleção brasileira foi tema de discussão que tive com o ídolo do São Paulo.

Eu insisti no velho clichê de que “seleção é momento” para reforçar a opinião de muitos de que Rogério Ceni deveria voltar ao time nacional. Mas este surrado pensamento não convence um dos maiores goleiros do mundo.

“Minha época na seleção já passou. Depois de 2006/07/08, ganhando campeonatos brasileiros e sendo considerado o melhor goleiro do país, eu não fui nenhuma vez, não vai ser agora com quarenta anos”,descarta.

Eu lembro que o italiano Dino Zoff e o norte-irlandês Pat Jennings, disputaram Copas do Mundo com 40 anos. Ceni destaca que “eles já vinham de participações constantes na seleção de seus paises”.

Ceni elogiou Diego Alves, do Valência, hoje titular da seleção do Brasil. “Temos grandes goleiros. Diego Alves, Júlio César, Vítor, Jefferson, Cássio e vários outros. Hoje é mais época deles”, avalia.

E se chamado? Pergunto. Rogério Ceni olha e me responde rápido: “Não vou ser chamado”.

Rogério Ceni jogou 17 partidas pela seleção brasileira e disputou as Copas de 2002 e 2006.

A que ponto chegamos!

28 set

Juca Kfouri.

O jornal esportivo brasileiro faz uma primeira página assim!

E com toda razão.

Em defesa dos torcedores.

Porque  os cartolas dos clubes e a dona CBF se lixam para os torcedores.

E, diga-se, Mano Menezes não tem nada com isso.

Tem de fazer o seu trabalho.

Já o chefe dele, José Maria Marin é tão responsável , ou irresponsável, quanto Ricardo Teixeira.

Jornal EXTRA escancara negócios de Mano Menezes e Carlos Leite na Seleção Brasileira.

9 set

Do EXTRA, Pelo Blog do Paulinho.

http://extra.globo.com/esporte/copa-2014/em-dois-anos-jogadores-convocados-por-mano-menezes-ja-renderam-1-bilhao-em-negociacoes-6032738.html#ixzz25yzMWIYU

Em dois anos, jogadores convocados por Mano Menezes já renderam R$ 1 bilhão em negociações

Lucas Calil

A seleção brasileira está longe de agradar dentro de campo; porém, no mercado da bola, é campeã de vendas e de lucros para clubes e empresários. Nos dois anos da gestão de Mano Menezes à frente da equipe, 27 jogadores foram vendidos após serem convocados — sem contar as negociações de atletas como Lúcio e Júlio César, que mudaram de clube sem o pagamento de cifras milionárias. Transações que, somadas, movimentaram R$ 1 bilhão (em valores atuais).

No mercado verde e amarelo, que balançou na última semana com a venda de Hulk para o russo Zenit por R$ 140 milhões, o grande destaque é Carlos LeiteO empresário cuida da carreira de Mano e de cinco jogadores negociados desde agosto de 2010: Elias, Jucilei, Renan, André Santos e Romulo — o único presente no atual elenco do Brasil. As vendas e revendas dos cinco saíram por R$ 100 milhões (dados do portal Transfermarkt); e parte dessa fortuna direto para Carlos, que detém percentuais dos direitos dos jogadores.

— Desculpe, mas não vou falar sobre o assunto — respondeu Leite.

Sempre que questionado sobre a relação com Carlos Leite, Mano garante que não pensa em empresários ao convocar os atletas. Além dos cinco vendidos, Carlos Leite já emplacou, na seleção, Anderson, do Manchester United, Renato Augusto, do Bayer Leverkusen, Lucas, do Liverpool, e Cássio, do Corinthians, chamado agora para os amistosos contra África do Sul e China. Para a alegria da língua afiada de Romário, crítico ferrenho do comandante da seleção:

— Agora, o goleiro do Corinthians (Cássio), que tem seus direitos econômicos ligados a pessoas da CBF, após a convocação e alguns jogos pela seleção, se já não foi, será vendido para o Roma (Itália). Quem leva? — disparou o Baixinho.

— Isso não é um problema que me compete, não tenho nada com isso — rebate Carlos Leite sobre Romário.

Carlos Leite não é o único, contudo, que encheu os cofres com atletas da seleção. A empresa Think Ball, de um grupo de investidores, negociou com sucesso Douglas, Mariano e Jadson por, somados, R$ 26 milhões. Outros atletas, como Carlos Eduardo, que já havia sido lembrado por Dunga, fizeram lucro na gestão de Mano. Duas semanas depois de aparecer na lista para o amistoso contra os Estados Unidos, em agosto de 2010, o Rubin Kazan pagou R$ 50 milhões ao Hoffenheim pelo apoiador.

Em dois anos de seleção, Mano chamou 85 jogadores — 32% deles acabaram envolvidos em vendas.

Em retaliação ao Governo, São Paulo não inscreve CT de Cotia para Copa.

8 set

Por Ricardo Perrone, BLOG DO PERRONE

Elogiado pela CBF, o CT do São Paulo em Cotia é objeto de desejo do comitê paulista para a Copa de 2014. Prefeitura e Governo querem colocar o local no catálogo que é oferecido às seleções estrangeiras, mas o clube do Morumbi não deixa.

Um dos motivos para o São Paulo não inscrever o centro de treinamento como candidato a um dos locais oficiais da Fifa é a insatisfação com o Governo por causa das obras da Linha 17 Ouro do Metrô.

Nos bastidores, os são-paulinos reclamam de que um empreendimento da construtora Cyrela, vizinho ao Morumbi, ainda não foi desapropriado para o alargamento de uma avenida por causa do monotrilho.

 Ao mesmo tempo, a cúpula são-paulina soube que quem já visitou o CT de Cotia demonstrou ao comitê paulista o interesse de ficar na casa são-paulina. Isso aumentou o desejo das autoridades de contar com o centro de treinamento tricolor.

Nesse cenário, o São Paulo resolveu dar o troco. Se não é atendido na questão da desapropriação, também não vai engordar o catálogo paulista para a Copa com seu CT. Além disso, Juvenal Juvêncio não vê com bons olhos as rígidas leis da Fifa. Se assinar o contrato para ser uma das sedes oficiais, ele pode ter que fazer reformas contra a sua vontade.

Por sua vez, o comitê paulista entende que o Governo colaborou com o clube, pois manteve o projeto do metrô, mesmo com o Morumbi fora da Copa. Acredita que a decisão de Juvenal tem mais a ver com a vontade do clube de negociar diretamente com alguma seleção, o que não costuma acontecer. O novo período de inscrição para CTs termina dia 30 de setembro.

A hipocrisia da dupla Andrés e Mano após a má atuação da Seleção no Morumbi.

7 set

Por Wendel Quintiliano, BLOG Infospfc.wordpress.com

Em meio a muitas denuncias sobre um suposto esquema, envolvendo escalação de jogadores com o intuito de se beneficiar em futuras negociações, o técnico Mano Menezes e o dirigente Andrés Sanches se mostraram bastantes irritados com a reação dos torcedores brasileiros.

Diante desta situação, fica nítida a insatisfação do torcedor brasileiro com o momento em que vivemos. O torcedor esta descrente… Não sabendo a quem recorrer, e vaiar é uma forma de protesto.

O técnico Mano Menezes teve um pouco de bom senso e vergonha na cara em não ter escalado o goleiro Cássio, imaginem se isso houvesse ocorrido! O estádio do Morumbi teria vindo a baixo.

 E por fim, a assessoria de imprensa coloca os jogadores para ficarem se justificando e lamento a falta de apoio do torcedor brasileiro, como se não soubessem o que realmente acontece.

O povo brasileiro esta cansado de ser palhaço e uns e outros mal caráteres não entendem que ferir o coração do torcedor brasileiro, matando sua maior paixão e extremamente prejudicial para todos nos.

Diretor de seleções da CBF não ficará hospedado em CT são-paulino.

31 ago

Por Alexandre Lozetti e Leandro Canônico São Paulo

ImagemComo o amistoso entre Brasil e África do Sul, no próximo dia 7 de setembro, será em São Paulo, o diretor de seleções da CBF, Andrés Sanches, optou por não se concentrar com o restante da delegação no CT do Tricolor em Cotia, cidade da região metropolitana da capital paulista. Andrés, portanto, não se hospedará numa propriedade de um rival do Corinthians.

Presidente do Timão até a última temporada, Sanches nunca teve uma relação amistosa com o adversário. Mas ele garante, via mensagem de celular, que essa rivalidade não pesou em sua decisão de optar por dormir em casa, muito embora pessoas próximas ao dirigente tenham dito que ele não se sentiria à vontade no local.

Recentemente, junto do presidente da CBF, José Maria Marin, Sanches esteve em Cotia justamente para conhecer o local de concentração da Seleção na próxima semana. E lá, viu que a decoração dos quartos é toda tricolor, assim como as roupas de cama e banho. Segundo o São Paulo, tudo será mantido para uso do time verde e amarelo.

Mesmo sabendo da rivalidade que há entre Andrés Sanches e São Paulo, o presidente José Maria Marin teria pedido ao seu diretor de seleções que dormisse na concentração da seleção brasileira. Também em mensagem de texto, o corintiano negou essa informação e disse que como o jogo é em sua cidade natal, não há necessidade.

Em contato telefônico, a assessoria de imprensa da CBF afirmou que realmente Andrés Sanches não é obrigado a concentrar junto dos jogadores, mas que se houver necessidade de ele ficar por lá alguns dos dias, quando tiver uma reunião mais longa com a comissão técnica, por exemplo, ele ficará sem problemas.

A apresentação da seleção brasileira para os amistosos contra África do Sul, no Morumbi, dia 7, e China, dia 10, no Recife, está marcada para as 19h da próxima segunda-feira. Em Cotia, o time de Mano Menezes treina na terça e na quarta, no período da tarde. Na véspera da partida, a atividade será no Morumbi. 

Ricardo Teixeira vendeu a Seleção Brasileira até 2022.

29 ago

Imagem

No dia 15 de novembro de 2011, quatro meses antes de renunciar à presidência da CBF, Ricardo Teixeira assinou, em Doha, no Qatar, um novo contrato com a International Sports Events (ISE), dando à empresa da Arábia Saudita, com sede no paraíso fiscal das Ilhas Cayman, o direito de organizar amistosos da Seleção Brasileira até o final da Copa do Mundo de 2022.

A revelação está na Folha de S.Paulo de hoje, assinada por este blogueiro.

Desde 2006 a ISE é responsável pelos amistosos do time da CBF que não
estiveram contidos no contrato com a Nike, num acerto que vigoraria até 2010 e que foi alterado em março daquele ano para contemplar mais 10 partidas da seleção.

Teixeira assinou o novo contrato pela CBF e, pela ISE, um tal Moheyddin Kamel, que teria sido apresentado por Sandro Rossel, presidente do Barcelona.

Então, já era dada como certa a saída de Teixeira da CBF.

Rossel é investigado pelo Ministério Público do Distrito Federal por seu envolvimento no amistoso entre as seleções do Brasil e de Portugal, em 2008, quando recebeu R$ 9 milhões para organizar o jogo.

O novo contrato da CBF/ISE prevê o pagamento de uma taxa fixa de US$ 805.000 pelos jogos ainda referentes ao contrato antigo e de US$ 1.050 pelo acordo que vigorará até 2022.