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COM CORO POR GANSO E LUCAS GENIAL, SÃO PAULO BATE A LUSA NO MORUMBI.

15 set
  • o nome do jogo

    Lucas

    Já vendido para o PSG, o atacante parecia endiabrado. Desfilou arrancadas e dribles, e participou dos três gols do São Paulo .

  • deu certo

    4-3-3

    Com o novo esquema de Ney Franco, o Tricolor encurralou a Lusa. Lucas jogou aberto na direita, Osvaldo na esquerda e Luis Fabiano centralizado.

  • eficiente

    Bruno Mineiro

    O centroavante da Lusa voltou a deixar sua marca. Fez o nono gol em 11 jogos, e está a três de Luis Fabiano (que também marcou) na artilharia.

    A CRÔNICA

    A torcida do São Paulo gritou o nome de quatro jogadores no Morumbi: o ídolo Rogério Ceni, o craque Lucas, o artilheiro Luis Fabiano e o santista Ganso. Sim, ele ainda nem chegou, deve assinar contrato na segunda-feira, mas já foi bem-vindo. “Uh, terror, o Ganso é tricolor!”, festejaram os torcedores, esperançosos de que seu talento possa consertar parte dos problemas da equipe.

    Problemas que voltaram a aparecer, mas não impediram a vitória por 3 a 1 sobre a Portuguesa, no Morumbi. Novamente, o talento individual se sobrepôs a uma atuação por muitas vezes atrapalhada e apressada, com exceção de mágicos 15 minutos. Talento principalmente de Lucas, que não fez o seu, mas infernizou os zagueiros e deu gols para Cortez e Luis Fabiano decidirem o jogo.

    A Portuguesa mostrou bem menos do que vinha fazendo no Campeonato Brasileiro. Com um time recuado, sem criatividade, só marcou após um erro de Rafael Toloi. Sorte e mérito do incrível Bruno Mineiro, que aproveitou a chance e fez seu nono gol em 11 jogos. Geninho terá trabalho para consertar sua defesa. Foi muito fácil para o São Paulo se aproximar de sua área. Os três gols poderiam ter sido quatro, cinco, seis… Mesmo sem uma atuação inspirada.

    Inspiração que poderá vir com Ganso. Para aquele jogador maduro e genial do início da carreira, há lugar ao lado de Jadson, Lucas e Luis Fabiano. Ney Franco terá de se virar para fazer o time marcar. Mas para o Ganso dos últimos tempos, será complicado se juntar ao trio.

    Os dois times voltam a jogar pelo Campeonato Brasileiro no próximo fim de semana. No sábado, às 21h, a Portuguesa encara outro grande paulista, o Santos, no Pacaembu. Já o São Paulo volta a jogar no Morumbi: recebe o Cruzeiro, adversário direto por uma vaga na Libertadores, no domingo, às 16h.

    Tricolor começa a mil, mas falha na zaga

    Quinze minutos de sonho e 30 de marasmo para o São Paulo. Resumo simples do primeiro tempo. As trocas de passes entre Maicon, Jadson, Lucas, Osvaldo e Luis Fabiano assustaram a Portuguesa e espantaram o torcedor no Morumbi. Nos dez primeiros minutos, a equipe criou três grandes chances de abrir o placar. O craque Lucas deitou e rolou, o artilheiro Luis Fabiano perdeu e Osvaldo, “patinho feio” num quarteto em que os outros três estão convocados para a seleção brasileira, colocou o São Paulo na frente, aos 5 minutos.

    A Lusa parecia assustada e recuada demais, principalmente com os dribles de Lucas. Pra lá, pra cá, tão rápido que quase chegou ao ponto de driblar a ele mesmo. Mas tudo passa. O susto passou, e aos poucos Bruno Mineiro ganhou companhia no ataque, inclusive na marcação da saída de bola do São Paulo, que teve dificuldade em sair de trás.

    Antes de se perder totalmente em campo, o Tricolor ainda criou mais uma chance. O cruzamento do improvisado lateral-direito Wellington encontrou a cabeça de Fabuloso, que desperdiçou sua terceira oportunidade.

    Daí pra frente, o sonho inicial se transformou em terror. Mas não o “terror” que a torcida já cantava na arquibancada e vem da Baixada Santista. Um terror proporcionado por um time apressado e que errou demais. A Lusa nem precisou se esforçar muito. Conseguiu trocar mais passes no campo de ataque e aproveitou erro de Rafael Toloi.

    O zagueiro, que já havia ficado no chão no gol de cabeça sofrido contra o Atlético-MG, errou o tempo da subida e desviou para trás, nos pés de Bruno Mineiro, que marcou seu nono gol em 11 jogos no Campeonato Brasileiro, e fez a festa da Fabulosa no Morumbi. Calma… Da Leões da Fabulosa! A torcida rubro-verde, presente em número minúsculo.

    Foi assim, com a Fabulosa em festa e o Fabuloso em baixa, que terminou a etapa inicial.

    Vitória tricolor vem no segundo tempo

    O São Paulo tem Jadson, o maior garçom do Brasileirão com oito passes para gols, e está prestes a ter Ganso. E em determinado momento do segundo tempo, Toloi e Rhodolfo estavam armando, ou tentando armar as jogadas de ataque. Claro que não deu certo, e claro sinal de que a equipe continuou um bom tempo sem atuar bem.

    Ao menos a marcação se encaixou melhor e parou de dar liberdade para que Léo Silva, Boquita e Mosiés trocassem passes no meio de campo. A marcação só não foi capaz de impedir o lindo giro de Ananias, que quase acertou o ângulo de Rogério Ceni. Seria um golaço!

    Mas com o jogo tão equilibrado e nem tão bem disputado, golaço seria luxo. O importante era balançar as redes. O São Paulo deixou isso claro. Seria um golaço se o chute de Lucas entrasse direto no gol de Dida, mas havia um Cortez no meio do caminho. O lateral-esquerdo, posicionado como centroavante, desviou e não deu chance a Dida.

    A vantagem e a chance perdida por Bruno Mineiro foram suficientes para Ney Franco desmontar seu esquema super ofensivo e trocar Osvaldo por Casemiro. Os donos da casa cresceram. Geninho respondeu com Rodriguinho no lugar de Ananias. O problema é que a Lusa já não tinha a mesma organização para sair da defesa para o ataque.

    Como se esse fosse o maior problema… O problema mesmo, com letras garrafais, se chamava Lucas. Endiabrado, ele entrou na área como se estivesse chegando em casa, com as portas abertas, e esticou o tapete vermelho para Luis Fabiano fazer seu 12º gol no Brasileirão, isolando-se na artilharia do torneio. Aplausos para a dupla e o Morumbi, novamente, com o Fabuloso calando a Fabulosa.

Pitacos sobre Lusa e Ganso.

14 set

Marcello Lima.

O São Paulo tenta neste sábado estancar a má fase no Brasileirão e para isso terá que vencer a boa Portuguesa no Morumbi.

No primeiro turno, ainda sob efeito da eliminação na Copa do Brasil, o Tricolor foi derrotado por uma a zero, resultado que determinou a queda de Emerson Leão.

Ney Franco tem apenas uma duvida na lateral direita para definir o time: Rodrigo Caio, Wellington e Paulo Assunção disputam a posição.

A tendência é de que Wellington jogue pelo setor.

O time jogará no esquema da moda o 4-2-3-1 com Ceni, Wellington, Tolói, Rhodolfo, Cortez, Denílson e Maicon, Lucas, Jadson e Osvaldo, Luis Fabiano.

Como o São Paulo se tornou um time caseiro neste Brasileirão, é bem possível que consiga os três pontos nos dois próximos jogos no Morumbi, este contra a Lusa e depois contra o Cruzeiro.

Se tropeçar em casa, praticamente dará adeus a disputa pelo quarto lugar na competição e ai terá que priorizar a Copa Sulamericana para tentar sua volta a Libertadores no próximo ano.

GANSO

A novela continua.

O São Paulo não pagará o valor integral da parte Santista pela rescisão de contrato (23.8 mi) só chega a 16 milhões e a DIS tenta compor com o clube uma forma de chegar ao valor total.

Com o Grêmio na parada e disposto a depositar os 23,8 milhões de reais, fica cada vez mais claro que Ganso pode ir para o Sul como deseja o Alvinegropraiano.

Ganso dá prioridade ao São Paulo.

Em minha opinião seria Bizarro perder esta contratação.

Não há nenhum meia no mercado com a qualidade de P.H Ganso por este valor.

Conca e Montillo, por exemplo, sairiam muito mais caro, e estão completamente fora dos padrões salariais determinados por esta diretoria.

Sempre lembrando que o São Paulo, não precisaria usar um tostão da venda de Lucas para realizar esta contratação, bastando usar o dinheiro que recebeu do acordo judicial com Oscar e da venda de Bruno Uvini para o Napoli.

Em vez de ficar barganhando com o Santos, seria mais inteligente depositar os 23,8 milhões para garantir a vinda de Ganso e depois se acertar com a DISsobre os outros 55% dos direitos econômicos.

O São Paulo em sua história sempre ousou, sempre contratou jogadores que fizeram a diferença e que muitos duvidavam que viriam, a lista é grande! Vai de Leônidas da Silva a Pedro Rocha, Careca mais recentemente, Falcão, Pita, porque não, e por ai vai.

Se esta diretoria não mudar seu pensamento, seu modo de agir e não ousar um pouco vai continuar a montar elencos medianos, sem muitas ambições de conquistas, não pela vontade dos atletas e sim pela falta de qualidade técnica.

No mercado atual não há como não gastar para ter jogadores acima da média.

Paulo Henrique Ganso não joga bem há algum tempo, é verdade.

Porém já mostrou seu potencial e mesmo em má fase é melhor do que qualquer jogador de meiocampo deste atual elenco.

Acredito que motivado, em forma, poderá sim voltar a ser o grande maestro que já foi um dia no Santos.

Respeito quem pensa diferente.