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Goleada do São Paulo livra Juvenal Juvêncio de cobranças sobre saída de René Simões

8 nov

Perrone

Além de fazer a alegria da torcida, a goleada de 5 a 0 sobre a Universidad de Chile deve abafar o mal-estar criado no Morumbi com a saída de René Simões do comando das categorias de base.

O pedido de demissão deixou conselheiros e até diretores desconfiados de que o funcionário entrou em rota de colisão com o presidente. Foram ao Pacaembu ávidos por uma resposta. De acordo com a versão oficial, Simões saiu por questões pessoais.

Antes da partida, os descontentes diziam que o avanço na Sul-Americana faria o assunto cair no esquecimento. E da maneira como o time atropelou os chilenos é improvável que alguém se anime a cobrar Juvenal. Pelo menos nas próximas horas.

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Confirmação de favoritismo de Haddad alivia São Paulo e Palmeiras.

28 out

Perrone.

As últimas pesquisas sobre a eleição paulistana são tranquilizadoras para dirigentes de São Paulo e Palmeiras. Os dois clubes entraram na reta final da campanha de Fernando Haddad, que, segundo o Datafolha, será o novo prefeito, e temiam uma reviravolta. Havia receio de retaliações por parte do PSDB em caso de vitória de José Serra.

Tricolores e alviverdes ainda dependem da prefeitura para concluir os projetos de reforma em seus estádios. E também para o funcionamento deles como casas de espetáculos. Esse foi um dos motivos para apoiarem o favorito. Mas nos dois clubes há cartolas que consideraram a estratégia arriscada.

No São Paulo, Juvenal Juvêncio estava ciente do risco e por isso hesitou em aceitar o convite para participar de encontro com o candidato petista. Foi convencido pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo.

Para aliados do presidente, pesou na decisão sua mágoa com o ex-governador Serra por não ajudar como poderia na batalha para colocar o Morumbi na Copa do Mundo.

No Palmeiras, o apoio a Haddad ainda gera polêmica. Parte dos conselheiros argumenta que Arnaldo Tirone deveria ter se mantido neutro, pois Serra é torcedor do alviverde. Talvez por isso, o presidente palmeirense tenha sido tão discreto durante o evento petista. Sua timidez até rendeu críticas de militantes do PT.

Já no Corinthians há o temor de que o esforço de Andrés Sanchez para apoiar Haddad aumente o desejo do Governo Estadual de não colocar dinheiro público nas arquibancadas provisórias do Itaquerão. Por ora, o discurso tucano é de que na falta de um patrocinador será honrado o compromisso de bancar as instalações.

Nesse cenário, os cartolas paulistanos se preocuparam como nunca com a eleição municipal. E a provável vitória do candidato escolhido por eles deve gerar uma enxurrada de pedidos à nova administração.

Marco Aurélio Cunha reprova manifestação de apoio de Juvenal a Fernando Haddad.

23 out

Marco Aurélio Cunha, vereador reeleito pelo PSD e ex-dirigente do São Paulo, desaprovou a manifestação de Juvenal Juvêncio, que na última segunda declarou apoio ao candidato Fernando Haddad (PT). Empenhado na campanha de José Serra (PSDB), o parlamentar entende que a associação entre a opinião do presidente e o próprio clube deveria ser evitada.

“Acho que a instituição não deve dar apoio a ninguém. O Juvenal tem de deixar claro que é a opinião dele, e não do São Paulo. Eu acho que ele pode [manifestar apoio], mas não deveria. É difícil dissociar a imagem do presidente da instituição”, disse Marco Aurélio Cunha, em entrevista ao UOL Esporte.

Juvenal Juvêncio posicionou-se publicamente na última segunda em um evento que contou ainda com as presenças de Arnaldo Tirone, presidente do Palmeiras, e Andrés Sanchez, militante do PT e ex-presidente do Corinthians. Consultado, o São Paulo explicou que trata-se de uma opinião pessoal de Juvenal Juvêncio.

Dentro do próprio clube, o presidente encontra opiniões contrárias à dele. Na última sexta, Rogério Ceni posicionou-se a favor da candidatura de José Serra em um evento no Pacaembu.

Nesta terça, questionado sobre o caso de Juvenal, João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente de futebol do clube, foi pelo mesmo caminho do goleiro e capitão. O cartola disse não ver nenhum problema na postura adotada pelo presidente e acrescentou que ele, por exemplo, vota no Serra.

Marco Aurélio, potencial candidato à presidência do São Paulo nas próximas eleições, ainda adiantou que teria uma postura diferente do ex-chefe. “Eu não daria apoio a ninguém. Jamais vou manifestar meu apoio se ocupar um cargo na minha instituição. É elegante ouvir um candidato. É importante acompanhar o que ele quer fazer, mas manifestar seu apoio não. A instituição está acima de qualquer partidarismo político”, disse o ex-dirigente.

Juvenal Juvêncio garante que fará proposta para Rogério Ceni renovar o contrato, promete reforçar o elenco da próxima temporada e não descarta a volta de Lugano.

18 out

De Vitor Birner

O São Paulo ainda não fez proposta para a renovação de contrato de Rogério Ceni, que terminará no final do ano.

Desde a semana  passada tentei conversar com Juvenal Juvêncio.

Queria saber a opinião do presidente são-paulino sobre o assunto.

Hoje, consegui falar com ele.

Juvenal garantiu que fará proposta de renovação ao goleiro e explicou a razão de não ter tratado do assunto ainda.

“Deixa ele jogar. Não quero que fique pensando nisso. Farei a proposta (antes do fim do contrato) e resolveremos tudo em 15 minutos’, afirmou.

Aproveitei e perguntei sobre os planos para reforçar a equipe na próxima temporada, e se algo muda no caso de o time conseguir a vaga na Libertadores.

Ele respondeu: “Não muda nada. Sabemos o que temos e o que queremos. Temos autocrítica. Vamos fazer um time cada vez mais competitivo”

Também questionei sobre a possibilidade de o São Paulo recontratar Lugano.

“Lugano é importante para a história do São Paulo. Ele ganha bem no Paris Saint German e tem mais dois anos de contrato. Também tem mercado em outros clubes europeus. Lugano é um cara preparado.  No dia em que decidir voltar, vamos conversar com ele”, garantiu.

Santíssima Trindade Tricolor.

10 out

Como Rogério Ceni, Juvenal Juvêncio e Milton Cruz controlam o dia a dia do time e dos técnicos que topam a árdua missão de comandar o São Paulo.

Sai técnico, entra técnico, a cena é corriqueira há mais de uma década. Rogério é o dono do vestiário são-paulino. Na retaguarda, o presidente Juvenal Juvêncio dá suas cartadas no time através do vigilante Milton Cruz, seu braço direito nas contratações e porta-voz dos comandos aos jogadores. Três figuras-chave nas campanhas vitoriosas da Libertadores, do Mundial e do tricampeonato brasileiro, que, na persistente instabilidade do clube após a demissão de Muricy Ramalho, entretanto, passaram a compor uma velada rede de avaliação dos treinadores que transitam pelo Morumbi.

A influência de Rogério Ceni transcende a ingerência que por vezes atravessa a comissão técnica. Em parceria com Milton Cruz, ele prospecta jogadores, como fez com Rivaldo, e ajuda a “amolecer” as sondagens àqueles que interessam à diretoria — a exemplo do atacante Washington, em 2008. Ídolo da torcida e afagado pelos cartolas, o camisa 1 segue intocável no clube, imune à troca de técnicos e aos tropeços.

Quando Muricy foi demitido, em junho de 2009, e Rogério tratava de uma lesão no tornozelo, dirigentes são-paulinos cogitaram a promoção do capitão como interino. Juvenal vetou. Apesar de tocar a vaidade dos técnicos, os poderes do goleiro estão acima de qualquer suspeita no tricolor, inclusive dos jogadores mais experientes. “A liderança do Rogério é positiva e se sustenta no seu conhecimento de futebol e do clube”, diz o ex-atacante Fernandão, que exercia papel semelhante ao de Rogério no Inter quando jogador.

Na mediação entre o camisa 1 e a presidência, Milton Cruz acumula funções de observador, auxiliar técnico e consultor de Juvenal. Além de correr atrás dos reforços, ele faz o meio-campo das negociações e a ponte entre os jogadores da base para o time principal. Desfruta de autonomia que auxiliares de outros clubes não têm. Os técnicos, desde o fim da era Telê, o consultam com frequência nas escalações. Seu cargo nunca esteve a perigo. Quando um técnico cai, é Milton quem segura a bronca e comanda o time interinamente.

Mesmo conhecendo bem os jogadores e sendo o principal responsável pela montagem do elenco, o auxiliar não se arrisca na carreira de técnico. Em 2003, o ex-goleiro e auxiliar tricolor, Roberto Rojas, assumiu a equipe e levou o São Paulo de volta à Libertadores após dez anos. O chileno, no entanto, foi demitido na primeira série de maus resultados. No ano passado, Sérgio Baresi, técnico dos juniores, tomou as rédeas do time principal. Durou apenas dois meses e, chamuscado, retornou para a base. Em ambos os casos, Milton Cruz era o auxiliar, mas seguiu com o emprego preservado. “É mais fácil achar um treinador do que alguém que faça o meu trabalho no clube”, justifica.

Entretanto, o auxiliar não goza com alguns diretores do mesmo prestígio que tem com Juvenal. Alguns dirigentes condenam sua postura de “cartola”. Argumentam que, se algum reforço vinga, Milton canta que “contratou”. Se dá errado, porém, joga a responsabilidade para os diretores. “Ele é vaidoso. A maioria dos jogadores que ele disse que trouxe não procede. Não é função dele contratar, mas sim da diretoria”, afirma o vice-presidente Carlos Augusto de Barros, o Leco.

No fim de 2010, Leco repreendeu Milton Cruz pela divulgação da sondagem ao inglês David Beckham em uma viagem a Los Angeles. Conselheiros sustentam que o próprio Juvenal contribui para alimentar a ciumeira. Episódios em que o presidente pede licença a aliados para conversar a sós com Milton durante reuniões estratégicas enfurecem os dirigentes e inflam o ego do olheiro. Em janeiro, o superintendente de futebol Marco Aurélio Cunha pediu demissão, alegando não ser mais ouvido pela direção.

Enfraquecida no clube, a oposição a Juvenal aproveita a dança das cadeiras de técnicos desde a saída de Muricy, e os fracassos recentes no Paulistão e na Copa do Brasil, para atacar o vangloriado “modelo de gestão” tricolor. “Milton e Juvenal se gabam até hoje da barca trazida do Goiás em 2003, que foi a base do time campeão mundial. Isso há oito anos. A filosofia de trabalho está totalmente ultrapassada”, diz Edson Lapolla, candidato derrotado nas eleições de abril que questiona o terceiro mandato de “JJ” na Justiça. Opositores do presidente ainda creditam o insucesso dos últimos treinadores à interferência de Juvenal na equipe ao impor seus jogadores e não dar espaço para indicações da comissão técnica.

Para Lapolla, Muricy sofreu calado com a intromissão da diretoria em seu trabalho e manteve-se por tanto tempo no comando por causa dos títulos e pela amizade com Milton Cruz, Rogério Ceni e Juvenal. “Todo presidente de clube intervém no time. Não é um privilégio nosso”, aponta Leco. Após a demissão de Muricy, em 2009, os três técnicos que assumiram o tricolor não resistiram por mais de um ano. Agora é a vez de Adílson Batista enfrentar o crivo impiedoso da Santíssima Trindade. Ele passou no teste em seu batismo no vestiário. Mas nem Rogério nem Juvenal irão carregar sua cruz caso não consiga recolocar o São Paulo no caminho das conquistas.

Era uma vez um São Paulo .

10 out

Por Paulinho, BLOG DO PAULINHO.


Por CONTRAGOLPETRICOLOR.COM

 

Era uma vez um clube muito popular. Sua torcida era enorme e orgulhosa do time.

Esse clube era presidido por um senhor já idoso, folclórico, que falava de maneira engraçada e que estava lá há muito, muito tempo, cercado de bajuladores em cargos onde deveria ter colocado profissionais da área, e dito por todos como um mal necessário para a existência do clube.

Este clube não tinha oposição política, dizimada pela mão de ferro do ditador.

Essa diretoria havia sido campeã brasileira há pouco tempo, e começou a contratar um monte de cabeças de bagre para o lugar dos ótimos jogadores que haviam levantado a última taça.

As contratações chegavam às baciadas, de qualidade cada vez mais discutível, muitas claramente em troca de favores com empresários, e o nível do futebol só caía.

A torcida, anestesiada pela fase vitoriosa, achava que aquilo era somente uma má-fase temporária e que logo mais o clube voltaria a ser coberto de glórias.

Haviam pouquíssimas vozes discordantes na imprensa.

Na verdade, boa parte da imprensa era conivente com o que acontecia lá dentro, soltando notas favoráveis sempre que o time não correspondia em campo.

A oposição no clube inexistia, pois o presidente-caudilho havia pouco a pouco loteado o clube para seus cupinchas e distribuído cargos a torto e a direito para calar os descontentes.

Havia diretor de churrasqueira, diretor do departamento de bocha, diretor-adjunto das latrinas, diretor do motoboy…

Este clube, que sempre revelou bons jogadores, começou a negligenciar sua molecada para trazer jogadores medianos para baixo.

Para completar a tragédia, além de abrir mão da tradição de revelar bons jogadores nas categorias de base, se associou a empresários e também a um ‘investidor’ controverso, loteando os direitos econômicos das poucas jovens promessas que restaram e enchendo o clube de jogadores de empresários, além das “mercadorias” do próprio investidor.

O time obviamente não rendia e a conta sobrava para os treinadores.

O presidente-caudilho quis dar uma resposta aos torcedores e tentou Carpegiani.

Não deu certo.

Contratou Leão para “sacudir o ambiente”. Não funcionou.

Numa tentativa de calar os críticos, gastou vinte e poucos milhões de reais para contratar um jogador tão habilidoso quanto frágil fisicamente, e também trouxe um centroavante “de nome” para agradar a torcida.

O caixa do clube, já combalido pela falta de um patrocinador forte nos anos anteriores, ficou definitivamente no vermelho e o clube entrou em uma crise moral e técnica sem precedentes.

Nesse meio-tempo, promessas de que as coisas iriam melhorar e maquetes de um estádio moderno, com cobertura e tudo, eram exibidas à imprensa e torcida.

Todos fingiam que estava tudo bem.

O clube era tratado como extensão da casa do caudilho, que lá fazia o que queria, como queria e quando queria, limitando a todos dizer ‘amém’ para duas decisões tresloucadas, injustificáveis, vergonhosas.

A essa altura do campeonato todos já sabem de quem eu estou falando, certo?

Poderia ser hoje, mas essa história aconteceu em 2006-2007.

Poderia ser o São Paulo Futebol Clube, mas estou falando do Corinthians.

Todos sabem como 2007 terminou para eles.

O São Paulo não vai cair esse ano, não vai cair ano que vem, mas um dia a conta do caudilhismo, o câncer de qualquer sistema de governo, será cobrada.

Eurico Miranda, Alberto Dualib, Mustafá Contursi, Mario Celso Petraglia, Zezé Perrela, entre muitos outros, são nossas testemunhas.

Cabe a nós, torcida, não deixar isso acontecer.

E aí? O que você vai fazer?

Após clássico, Juvenal Juvêncio fake provoca palmeirenses na internet; veja pérolas

7 out

perfil falso do presidente são-paulino Juvenal Juvêncio estava inspirado depois que o time venceu o Palmeiras por 3 a 0 no sábado. A página no Facebook é mantida por alguém bem-humorado que não perdeu a chance de tirar sarro dos rivais.

Na luta contra o rebaixamento, o Palmeiras sofreu um duro revés ao ser batido com dois gols de Luis Fabiano e um de Denilson no Morumbi. O time terá de se recuperar na próxima quinta contra o Coritiba. Até lá, a torcida ainda terá que ter muita presença de espírito.

Veja algumas pérolas do Juvenal fake:

Além do Barcos, o Palmeiras tem outros piratas: olha quantos pernas de pau

Não reclame nunca dos seus problemas. Você podia ser palmeirense.

O drible do Lucas foi tão genial que machucou a coluna do Márcio Araújo na ida e curou na volta. Ele nem sabe ainda que sofreu lesão.

Coisa pro Palmeiras tá mais feia que o goleiro Cássio.

Sorte do Dia: você é pintor em Perdizes. (não entendeu? Clique aqui)

Pelo resultado de hoje no ChoqueRei acho que fica claro quem é o Choque e quem é o Rei.

Paysandu subindo pra terceiro agora na Série C. Grandes chances do Palmeiras jogar em Belém em 2013

O Figueirense é o Palmeiras de SC.