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Empresário faz a festa no São Paulo.

4 nov

Por Paulinho, BLOG DO PAULINHO.

Não é de hoje que recebemos indicações de torcedores e alguns conselheiros do São Paulo, que concede  uma espécie de facilitação ao empresário Eduardo Uram, que seria ligado ao atual diretor de futebol Adalberto Batista.

De fato, diversos atletas do agente trafegaram pelo clube nas últimas temporadas, alguns claramente sem nível para atuar no Tricolor.

Cortez, João Filipe, Edson Silva, Juan, Maicon, Cícero são alguns nomes mais conhecidos.

O recém-contratado Aloísio, também.

Até jogadores formados no clube, caso específico de Luiz Eduardo, se veem obrigados a firmar parceria com Uram, temendo, tudo indica, ficar de fora do esquema.

Após as denuncias de favorecimento a Baresi em negociações com jovens atletas do clube, que Juvenal Juvêncio insiste em não apurar, há de se ter alguma explicação para tão flagrante aquisição de jogadores ligados à mesma fonte.

Em não havendo e nada sendo novamente feito para esclarecer a questão fica a impressão de que tem gente graúda do clube se beneficiando da situação, e não apenas o diretor de futebol, que seria, talvez, mero intermediário de coisas ainda maiores.

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SÃO PAULO DÁ PRESENTE A CENI NO JOGO 500, BATE O FIGUEIRA E ENTRA NO G-4.

14 out

Time chega pela primeira vez à zona da Libertadores. Nem queda de rendimento do anfitrião conseguiu animar o Figueirense, próximo da queda.

Rogério Ceni pisou no gramado do Morumbi pela quingentésima vez. A palavra é feia, mas a marca de 500 jogos na sua casa é rara e bela. Para presenteá-lo, o São Paulo resolveu dar o que o goleiro mais gosta: dedicação, raça, vontade e disposição. Receita que, mesmo executada por apenas 30 minutos, foi fatal para o frágil Figueirense. A vitória por 2 a 0 e mais a derrota do Vasco para o Santos pelo mesmo placar levaram o Tricolor pela primeira vez ao G-4 do Brasileirão. O time catarinense está ainda mais perto do rebaixamento.

Primeira vez também de um time paulista na zona de classificação à Libertadores de 2013. Com um roteiro esperado pelos 27.641 torcedores que foram ao Morumbi. Assistência do garçom Jadson, gol do artilheiro Luis Fabiano, que chegou a 15 na competição e 83 no estádio, igualando o recorde de Serginho Chulapa como maior artilheiro no local. .

O Figueira não mostrou nada que possa alentar sua torcida sobre a chance de ficar na Primeira Divisão. Sem força, sem reação, sem muito talento e sem ânimo. A equipe é penúltima na tabela, com 25 pontos, dez atrás do Bahia, o primeiro fora da zona de rebaixamento. Já o São Paulo chegou a 52 e abriu dois do Vasco.

Uma situação que pode ficar ainda melhor, já que na quinta-feira os comandados de Ney Franco receberão o lanterna Atlético-GO no Morumbi. Na quarta, o Figueirense vai ao Beira-Rio para mais um difícil duelo. Agora diante do Internacional, outro postulante à Libertadores.

No Morumbi, Luis Fabiano iguala Chulapa, e Ceni vibra no jogo 500

Parecia um replay dos últimos dois jogos, contra Palmeiras e Vasco. O São Paulo amassou o Figueirense aos poucos, como manda o figurino do anfitrião que é muito superior tecnicamente. Com uma marcação adiantada e passes rápidos, o surpreendente Paulo Miranda criou a primeira chance em um chute de pé esquerdo.

As laterais eram mesmo o caminho. Cortez passou por Elsinho com belos dribles, mas não conseguiu acertar o cruzamento. O Figueirense tinha Ronny e Julio Cesar alinhados no meio e Aloísio isolado na frente. O centroavante, que tem grandes chances de mudar de lado e defender o São Paulo no ano que vem, tentou fazer o pivô para os companheiros, que não aproveitaram. Depois, tentou para ele mesmo, num giro rápido que terminou em finalização ruim.

“Que inveja desse Luis Fabiano…”, deve ter pensado o provável futuro companheiro. Além de todo seu talento, tem um assistente como Jadson. O camisa 10, que alguns torcedores insistem em não valorizar, cobrou escanteio na cabeça do Fabuloso, que, sozinho, aos 13 minutos, abriu o placar, beijou o símbolo e apontou para o “aniversariante” Ceni, que retribuiu com aplausos. Foi a nona assistência de Jadson, que disputou todas as 30 partidas do São Paulo na competição.

O gol fez o time aumentar a marcação no campo de ataque. Em chegada rápida, Osvaldo e Luis Fabiano tentaram, Helder salvou o Figueira uma vez, mas não impediu que Douglas, após passe de Maicon, fizesse o segundo, aos 20 minutos. E dá-lhe aplausos de Ceni. Sem pressão dos catarinenses, o goleiro devia estar gelado na fria tarde paulistana. Tanto que correu para bater uma falta no ataque e acertou a barreira.

O Figueirense adiantou sua linha de meio, com Coutinho e Claudinei, e o time ficou mais compacto. Equilibrou mais a partida, mas não o suficiente para assustar a torcida.

São Paulo diminui ritmo, mas Figueira não reage

O segundo tempo começou com as arquibancadas em polvorosa graças ao placar eletrônico, que anunciou o segundo gol do Santos sobre o Vasco na Vila Belmiro. Mas a passividade do São Paulo diante de um Figueirense sem recursos desanimou o público. Demorou mais de dez minutos para a equipe acordar nos pés de Osvaldo, que deu duas arrancadas. Nada sensacional, mas os tricolores só precisavam de um empurrãozinho para fazer festa.

Tanto que morreram de rir e vaiar quando o árbitro Leandro Vuaden se chocou com Jadson, impediu um contra-ataque tricolor e acabou levando a pior. Teve até que ser atendido pelo departamento médico do São Paulo. Dor na mão e dor no ouvido, que sofreu com as reclamações de Luis Fabiano. O atacante caiu, caiu, caiu… E nada de falta marcada.

O jogo seguia no marasmo, a temperatura baixava e Rogério se aquecia. As chegadas do Figueira, principalmente com Julio Cesar pela esquerda, não levavam perigo. O goleiro quase comemorou novamente quando Jadson chutou de longe e a bola raspou a trave de Wilson. Depois, o meia achou Luis Fabiano livre na área, mas o toque do centroavante foi muito forte.

Apesar da queda de rendimento de jogadores como Douglas e Maicon, Ney Franco demorou demais a mexer. Casemiro e Cícero entraram tarde demais, aos 36 minutos. O técnico colaborou com o marasmo que tomou conta do Morumbi. Aloísio teve boa chance quando Julio Cesar deixou a bola passar de propósito, mas finalizou muito mal. Depois, arriscou uma bicicleta e, finalmente, fez Ceni trabalhar.

“Tá chegando a hora”, cantava a torcida. O jogo ruim fez com que ela demorasse a chegar. Mas chegou! O São Paulo completou três vitórias seguidas, três jogos consecutivos sem sofrer gol, sete sem perder, e alcançou o tão sonhado G-4. A Libertadores começa a virar realidade.

deu certo

Maicon

Maicon jogou no lugar de Denilson e ajudou o ataque, inclusive com assistência para o gol de Douglas, o segundo da vitória tricolor.

arbitragem

Acidente

Leandro Vuaden não deu nenhum cartão amarelo e apareceu quando se chocou com Jadson e machucou a mão durante a partida.

deu errado

Estratégia

A tática do Figueirense de isolar Aloísio no ataque foi ineficaz. Quando ele ganhou ajuda, o jogo já estava definido.

 

São Paulo quer Lucca, do Criciúma, e Aloísio, do Figueirense.

4 out

Por Menon, BLOG DO MENON

Minha conversa com um diretor do São Paulo. Daqueles que mandam

É verdade que vocês estão contratando o Lucca, do Criciúma?

Estamos de olho nele.

O que significa estar de olho?

Significa isso mesmo. Que estamos observando o jogador.

Já foram atrás?

Não. Estamos de olho.

E o Aloísio, do Figueirense?

É bom jogador, nos agrada, mas antes de fazer um contato precisamos resolver outro assunto.

William José?

É isso. Precisamos conversar com os investidores para definir se ele fica. Se não ficar, é possível que o Aloísio venha.

Então, para usar a sua terminologia, vocês estão de olho no Aloisio.

Olha, diria que avançamos um pouco mais do que isso.

Lucca Brito completa 23 anos em janeiro de 2013. Tem 1,78m e pesa 63 quilos. Fez dez gols na Série B e deu muitos passes decisivos para Zé Carlos, que tem 21 gols.

Aloisio dos Santos tem 24 anos, 1m76 e fez  9 gols na Série A