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“Fielzão” em risco: contrato do Corinthians com a Odebrecht pode ser anulado.

20 nov

Por Paulinho, do Blog do Paulinho.

A próxima reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians, marcada para o final deste mês, e que tratará especificamente do assunto “Fielzão”, será realmente imperdível.

Segundo analise jurídica, encomendada por alguns conselheiros, todas as deliberações referentes à construção do estádio, contratos, alterações, etc., são nulas de direito.

Ou seja, não valem sem a anuência do Conselho Deliberativo do clube.

Desde a associação com a Odebrecht até as participações nos Fundos gestores do empreendimento.

Há base, segundo o Estatuto do Corinthians, para que os gestores responsáveis pelos seguidos atos de irresponsabilidade contra o clube sejam afastados.

E, certamente, todos serão cobrados não apenas pelas deliberações tomadas, mas também pelo fato de as terem praticado em desacordo com as Leis alvinegras.

Se de fato os conselheiros do Corinthians tiverem coragem de aplicar as sanções determinadas pelo Estatuto, não apenas o acordo pelo “Fielzão” pode ir para o vinagre, evitando prejuízo maior ao clube, como também os dirigentes responsáveis afastados de seus cargos.

Confira abaixo os artigos do Estatuto alvinegro, descumpridos por seus dirigentes.

Art. 95 (compete ao CORI)

a) Orientar o Presidente da Diretoria e fiscalizar a administração;

d) Autorizar o Presidente da Diretoria, “ad referendum” do CD, a firmar contratos para os fins dos parágrafos 1º e 2º, do artigo 2º, deste Estatuto

*enquadra-se nos referidos contratos o assinado com o FUNDO II

u) (…) Todas as decisões do CORI, não relativas à rotina interna,deverão ser confirmadas pelo CD.

Art. 97 – O CORI tornar-se-á solidário com os culpados, se, ciente das irregularidades praticadas pela Diretoria, não propuser ao CD medidas necessárias para sua punição.

Art. 104 – São motivos para requerer a destituição dos administradores (Presidente da Diretoria ou de seus vice-presidentes):

a) ter ele acarretado, por ação ou omissão, prejuízo considerável ao patrimônio ou à imagem do Corinthians;

b) ter ele infringido, por ação ou omissão, expressa norma estatutária.

Art. 121 – O Corinthians poderá participar de empresas sempre com o intuito de aumentar suas receitas, devendo o Contrato Social ter sido previamente aprovado pelo CD.

Art. 133 – Será construído um estádio compatível com a tradição e grandeza do Corinthians, devendo o assunto ser objetivo de deliberação especial do CD.

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Com o chapéu alheio: verdades e mentiras sobre o novo patrocínio do Corinthians.

20 nov
Por Paulinho, do Blog do Paulinho.

O departamento de Marketing do Corinthians apresentará, daqui a pouco, com pompas e circunstâncias, a Caixa Econômica Federal como nova patrocinadora do clube.

Tentará capitalizar para si uma “conquista” da qual sequer teve participação.

Pelo contrário.

Enquanto a mão do marketing alvinegro esteve em movimentação, o que se viu no Corinthians foi ausência de patrocínio, divulgação de negociações inexistentes e até calotes de empresa que faliu após quatro meses de funcionamento.

É evidente que o acordo com a CAIXA é fruto de mais uma ação “companheira” do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, nos bastidores, fortemente influenciada pelo desejo do ex-presidente Lula de angariar popularidade, que já não é a mesma de outrora.

Vale lembrar que pela mesma influencia, recentemente, o banco do Governo jogou dinheiro bom em cima da massa falida do Pan-Americano, noutro golpe, assim como ocorre com o Corinthians, no bolso da população brasileira.

A facilitação chegou a níveis tão indecentes, que seria impossível firmar o acordo entre banco e clube se todas as pendencias fiscais não estivessem quitadas, porém, para viabilizar o “Fielzão”, utilizou-se do expediente de parcelar a milionária dívida alvinegra em centenas de parcelas, emitindo o certificado necessário após o pagamento do primeiro vencimento.

Ou seja, o Corinthians deve ainda 90% da pendência, mesmo assim, levará a grana da CAIXA, numa ação pra lá de duvidosa.

Apesar disso, com toda a ajuda possível do PT, os valores serão ainda inferiores ao conquistado por Ronaldo Fenômeno, dois anos atrás, com o acordo da Hypermarcas, e quase metade do que Rosenberg dizia “não abrir mão” de fechar para a camisa corinthiana.

O Corinthians poderá, então, exibir o logo da Estatal no Japão, mesmo com o regulamento prevendo que apenas patrocinadores do ano anterior pudessem fazê-lo, exatamente porque durante este período, a incompetência de Rosenberg não conseguiu colocar nenhuma marca no manto alvinegro.

A FIFA, para evitar o vexame, flexibilizou a regra, entendendo que o novo patrocínio poderia ocupar o lugar que há um ano não era de ninguém.

Rosenberg em dia no São Paulo, devedor no Corinthians.

2 nov

Por Paulinho, Blog do Paulinho.

Cada vez mais criticado por sua ineficiência no marketing corinthiano, além de alguns negócios obscuros, o vice-presidente do clube, Luis Paulo Rosenberg, terá agora mais um episódio para explicar.

Nas últimas eleições alvinegras, seus filhos não conseguiram votar porque estavam com as mensalidades atrasadas, responsabilidade esta sempre assumida pelo dirigente alvinegro.

Porém, no São Paulo, onde mantém cadeiras cativas para si e para seus rebentos, Rosenberg mantém os vencimentos rigorosamente em dia, assim como a mensalidade da garagem que possui também no estádio Tricolor.

Seja lá o que for, no clima de pressão pelos prejuízos ocasionados ao clube em 2012, fato este criticado até por aqueles que lhe garantiram a eleição, esse tipo de predileção, ou esquecimento, serve para deixar as coisas ainda mais complicadas internamente para o dirigente alvinegro.

Cego é aquele que não quer ver, ou seria louco? Enfim o bando de louco, foi passado para trás pelos próprios dirigentes corinthianos.

29 out

Por Paulinho, BLOG DO PAULINHO.

Empresa “caloteira” fecha as portas: vai sobrar para o Corinthians.

Comprovando matéria feita por este espaço, dias atrás, a empresa “Apito Inicial”, de apenas quatro meses de vida, criada pelo grupo de Luis Paulo Rosenberg para lucrar em cima da marca “Corinthians”, inclusive com calote de R$ 1 milhão numa “estranha” transação de patrocínio, fechou as portas.

http://blogdopaulinho.wordpress.com/2012/10/15/comprovada-ligacao-de-luis-paulo-rosenberg-com-empresa-que-deu-calote-de-r-1-milhao-no-corinthians/

O site oficial explica pouco, diz que a “promoção” foi cancelada por “problemas técnicos” e promete, para quem enviar e-mail (nada de telefone), ressarcir os que nela acreditaram.

Podem esquecer.

Não há dúvida que, além de não receber o valor de patrocínio, R$ 1 milhão, o Corinthians, que vendeu a empresa em seu site oficial como “parceira” do clube, terá que arcar solidariamente com os prejuízos.

Mais uma “obra” de Rosenberg, que, sorrindo, certamente inventará, durante a semana, novos “produtos” para desviar o foco de mais essa picaretagem mais do que explícita, com a ajuda de ”parceiros” da imprensa, como, por exemplo, os “garotos propagandas” Neto e Milton Neves, que também emprestaram seus nomes ao “empreendimento.

Matéria da Veja demonstrará como “Fielzão” deve quebrar o Corinthians, mas encher o bolso de seus dirigentes e ex-dirigentes.

29 out

Por Paulinho, Blog do Paulinho.

Vem ai, nas próximas semanas, uma matéria da revista Veja que comprovará, com documentos, o quanto a construção do “Fielzão” será lesiva não apenas para o bolso do contribuinte, mas também aos cofres do Corinthians.

Reportagem esta que vai ao encontro de tudo o que a imprensa séria deste país – poucos- vem dizendo, desde antes da aprovação do empreendimento.

Dados já foram checados e alguns dirigentes ouvidos.

O escândalo, segundo dizem à boca pequena os responsáveis pela apuração da matéria, não será pequeno.

Mostrará, entre outros assuntos, a impossibilidade absoluta do clube honrar com os compromissos assumidos e, principalmente, quem está lucrando com a operação, tratada como “golpe” pela publicação.

Andres Sanches, Ronaldo Fenômeno e Luis Paulo Rosenberg, segundo soubemos, serão alguns dos citados.

Não de maneira elogiosa, aparentemente.

O jeito é aguardar para ver se, enfim, a grande imprensa. após a prometida matéria da VEJA, deixará os confetes de lado para exercer sua real função que é a de mostrar a verdade à toda população.

Confirmação de favoritismo de Haddad alivia São Paulo e Palmeiras.

28 out

Perrone.

As últimas pesquisas sobre a eleição paulistana são tranquilizadoras para dirigentes de São Paulo e Palmeiras. Os dois clubes entraram na reta final da campanha de Fernando Haddad, que, segundo o Datafolha, será o novo prefeito, e temiam uma reviravolta. Havia receio de retaliações por parte do PSDB em caso de vitória de José Serra.

Tricolores e alviverdes ainda dependem da prefeitura para concluir os projetos de reforma em seus estádios. E também para o funcionamento deles como casas de espetáculos. Esse foi um dos motivos para apoiarem o favorito. Mas nos dois clubes há cartolas que consideraram a estratégia arriscada.

No São Paulo, Juvenal Juvêncio estava ciente do risco e por isso hesitou em aceitar o convite para participar de encontro com o candidato petista. Foi convencido pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo.

Para aliados do presidente, pesou na decisão sua mágoa com o ex-governador Serra por não ajudar como poderia na batalha para colocar o Morumbi na Copa do Mundo.

No Palmeiras, o apoio a Haddad ainda gera polêmica. Parte dos conselheiros argumenta que Arnaldo Tirone deveria ter se mantido neutro, pois Serra é torcedor do alviverde. Talvez por isso, o presidente palmeirense tenha sido tão discreto durante o evento petista. Sua timidez até rendeu críticas de militantes do PT.

Já no Corinthians há o temor de que o esforço de Andrés Sanchez para apoiar Haddad aumente o desejo do Governo Estadual de não colocar dinheiro público nas arquibancadas provisórias do Itaquerão. Por ora, o discurso tucano é de que na falta de um patrocinador será honrado o compromisso de bancar as instalações.

Nesse cenário, os cartolas paulistanos se preocuparam como nunca com a eleição municipal. E a provável vitória do candidato escolhido por eles deve gerar uma enxurrada de pedidos à nova administração.

Dívida do Corinthians com a Odebrecht já ultrapassa R$ 1 bilhão. Clube pode virar locatário do “Fielzão”.

25 out

Ainda sem ter a certeza da liberação dos R$ 400 milhões do BNDES e com os R$ 350 milhões da Prefeitura tendo que passar pelo crivo de nova comissão de contrapartidas, é cada vez mais grave a situação financeira entre Corinthians e Odebrecht.

O clube deve uma fortuna à construtora.

R$ 150 milhões de um empréstimo realizado no Banco do Brasil, R$ 100 milhões no Santander, R$ 122 milhões da própria construtora, a juros de mercado, além do adiantamento previsto em contrato, e não pago, de R$ 164 milhões.

Contando o valor principal, acrescido de juros e outras correções, seguramente a pendencia já extrapola R$ 1 bilhão.

Sem contar ainda o impasse de não ter encontrado ninguém para pagar as arquibancadas moveis do “Fielzão”, a custo aproximado de R$ 70 milhões, além dos valores ainda a serem repostos sobre a retirada dos dutos da Petrobrás.

Levando-se em consideração o que o clube tem a receber da Prefeitura e também do BNDES (este que, teoricamente, tem ainda que ser devolvido posteriormente), o buraco negro financeiro chega a ser assustador.

Para não dizer impossível de ser honrado.

É admirável que um clube de futebol como o Corinthians lute para ter seu estádio, mas há de se ter um mínimo de responsabilidade com as finanças.

Não é que se se vê, até o momento.

Todas as promessas utilizadas para enganar o Conselho, como custo zero para construção, “naming rights” milionários, facilidades nos empréstimos… estão sendo descumpridas.

Daqui a pouco, pelo andar da carruagem, o estádio será inaugurado, mesmo atrasado, fotos e vídeos do evento serão utilizados para diversos fins mas, na hora de quitar a dívida, lembrarão da incompetência e irresponsabilidade de abraçarem uma obra que o Corinthians não tinha condições de bancar.

Ficará o vexame de ter que devolver o “Fielzão” a seus investidores ou, para minimizar o vexame, tornar-se locatário eterno do empreendimento.

Alternativa esta que já passa pela cabeça de alguns “gênios” alvinegros, e que, após discutidas em recente reunião, levaram uns ao desespero, outros à realidade e alguns poucos ao apoio.