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Show de torcida.

18 nov

De forma antecipada, são-paulinos compram mais de 55 mil ingressos para estreia de Ganso e quebram recorde de público do Brasileiro.

A torcida do São Paulo promete dar um verdadeiro show neste domingo, no duelo contra o Náutico, que marcará a estreia de Paulo Henrique Ganso pelo Tricolor e pode selar de forma antecipada a classificação do clube para a Copa Libertadores da América.

Até o final da manhã deste sábado mais de 55 mil ingressos foram vendidos, estabelecendo assim o novo recorde de público da competição, que já pertencia ao São Paulo no duelo contra o Fluminense, que contou com 54.118 pagantes.

O diretor de futebol Adalberto Baptista celebrou o retorno dado pelo torcedor são-paulino, convocado para lotar o Morumbi e empurrar o time neste momento tão importante.

“Agradeço de coração ao torcedor que atendeu nosso chamado para comparecer em massa. Tenho certeza de que os são-paulinos vão fazer uma grande festa, prestigiando o Ganso e acima de tudo ajudando o time a buscar a tão almejada vaga na Libertadores”, explica Baptista, que faz questão de ressaltar o trabalho do vice-presidente social, Roberto Natel.

“Com certeza não podemos deixar de agradecer ao Roberto Natel, que trabalhou incessantemente para colocar o Morumbi em condições de receber a partida, tendo conseguido inclusive autorização da Polícia Militar para deslocar a torcida do Náutico para uma área menos utilizada do estádio conseguindo assim mais quatro mil lugares para os são-paulinos nas arquibancadas”, destaca Adalberto.

Existem apenas dois setores disponíveis para a partida contra os pernambucanos: Visa Infinite e cativa para os proprietários. A expectativa do clube é que mais de 60 mil pessoas estejam presentes neste domingo no Morumbi.

Com Ganso, Ney Franco ganha três opções táticas no São Paulo.

12 nov

Das três formações que o técnico são-paulino tem em mãos, em duas Osvaldo seria sacado da equipe para a entrada do Maestro; Confira as outras possibilidades.

Bruno Rodrigues – Lancenet.com.br
 
 
O técnico Ney Franco confirmou que o meia Paulo Henrique Ganso deve ser relacionado para o confronto do próximo domingo, contra o Náutico, no Morumbi. O camisa 8 são-paulino, por ter se recuperado de lesão muscular na coxa esquerda há poucas semanas, provavelmente começará o confronto no banco de reservas.Sua última apresentação na temporada foi ainda pelo Santos, em confronto diante do Bahia, na Vila Belmiro, no último dia 29 de agosto. Na ocasião, o atleta ficou em campo durante os 90 minutos, em jogo que ficou marcado pelas moedas atiradas por torcedores santistas na direção do jogador, no momento em que deixava o gramado após o apito final.

OPINE!
Quem deve sair do time do São Paulo para dar lugar a Ganso?

Agora, no São Paulo, o jogador vive nova fase. Contudo, quando estiver apto a atuar 45 minutos ou, quem sabe, uma partida inteira, onde o Maestro deverá ser utilizado no esquema do Tricolor? O LANCENET! listou as alternativas mais prováveis. Confira:

4-2-3-1, no lugar de Jadson: Ganso jogaria na posição em que gosta de atuar, centralizado, responsável pela criação das jogadas. Ainda, nessa formação, o meia não precisaria se preocupar demais com a marcação. Apenas fecharia espaços na faixa central, uma vez que Lucas e Osvaldo seriam os encarregados de acompanhar os laterais e cobrir o lado do campo, como já fazem atualmente.

4-2-3-1, no lugar de Osvaldo: O Maestro entraria na vaga do camisa 17, mas não na mesma posição. Continuaria sendo o cérebro da equipe, o criador. Assim, Jadson seria deslocado para o lado esquerdo, onde atua Osvaldo. Entretanto, o camisa 10 não tem a mesma força do atacante para apoiar até a linha de fundo e voltar para acompanhar os laterais adversários. Assim, sua movimentação ofensiva seria, provavelmente, sair do lado do campo e entrar em diagonal, se aproximando de Ganso e Luis Fabiano para tabelar e dar opção de criação próximo à área.

4-4-2, sem Osvaldo: É a forma menos provável, mas pode ser utilizada. Ao invés do 4-2-3-1, com dois meias subindo e voltando a todo instante, Lucas jogaria mais próximo de Luis Fabiano, como um segundo atacante, e Jadson sairia do lado esquerdo para atuar mais centralizado, ao lado de Ganso na linha de meio. Porém, nessa formação, o Tricolor perde poder defensivo na faixa central e no combate aos laterais adversários, já que Jadson e Ganso não têm a característica de marcar, sobrecarregando Denilson e Wellington.

Artilheiros marcam após falha de zagueiros, e São Paulo e Flu não saem do empate.

4 nov

Renan Prates e Renan Rodrigues

Do UOL, em São Paulo

O jogo teve clima de decisão, mas teve um resultado que frustrou ambas as equipes. Com gols dos artilheiros Luis Fabiano e Fred (16 a 17 gols no Brasileirão, respectivamente) após falhas dos zagueiros Gum e Rafael Toloi, São Paulo e Fluminense empataram por 1 a 1 neste domingo no Morumbi.

O resultado obtido neste domingo pode reduzir a diferença do Fluminense na liderança para seis pontos (73 a 67), se o Atlético-MG fizer a sua parte e derrotar o Coritiba fora de casa pelo complemento da rodada. Já o São Paulo vê a diferença para o terceiro colocado, Grêmio, aumentar para quatro pontos (63 a 59).

Sem Deco, com estiramento na coxa direita e Wagner, com pubalgia, o técnico Abel Braga apostou em uma formação mais ofensiva no Fluminense com três atacantes – Rafael Sobis pela esquerda, Fred no meio e Wellington Nem na direita. Ney Franco também escalou o São Paulo no 4-2-3-1, com o retorno de Luis Fabiano ao comando do ataque.

O Fluminense começou melhor na partida ao aproveitar os lados do campo, pois o São Paulo tinha dois laterais que marcam pouco, Douglas e Cortez. O time da casa apostou nos contra-ataques. Mas foram poucas as chances de gol em um duelo muito truncado e estudado.

Bem marcados, Luis Fabiano e Fred pouco produziram na primeira etapa. O Fabuloso reclamou muito de uma não marcação de recuo de bola do árbitro Heber Roberto Lopes e levou o cartão amarelo. Mas o camisa 9 do São Paulo conseguiu uma bela jogada individual no fim do primeiro tempo que terminou com um chute por cima do gol de Diego Cavalieri.

O São Paulo afunilou muito o jogo pelo meio. Lucas atuou praticamente como um meia armador, muito perto de Jadson, Osvaldo e Luis Fabiano. Preocupado com Rafael Sobis, Douglas pouco avançou pela direita e não conseguiu ocupar o espaço que ficou naquele setor.

Exposto na direita, Douglas pediu para o time da casa arrumar a marcação no segundo tempo. “Tem que estar acertando esses detalhes para não tomar esse sufoco”.  Thiago Neves também percebeu que o caminho do Fluminense é atacar no setor do lateral-direito do São Paulo. “O Carlinhos [lateral-esquerdo] está subindo bem”.

Ney Franco não mexeu no São Paulo no intervalo, apenas inverteu Osvaldo e Lucas de posição e deixou Wellington na cobertura de Douglas. Após uma falha bisonha de Gum, Luis Fabiano não perdoou e abriu o placar, completando para o gol de forma desequilibrada. O Fabuloso se tornou o maior artilheiro do tricolor paulista na história do Brasileirão, com 84 gols.

O São Paulo recuou demais após o gol e o Fluminense tomou conta da partida. O tricolor paulista apostou nos contra-ataques. Rogério Ceni fez uma defesa incrível em jogada de oportunismo de Fred. Na cobrança de escanteio, Rafael Toloi, mesmo caído, evitou o que seria outra chance clara de gol dos visitantes.

Mas o mesmo zagueiro que evitou gol do Fluminense retribuiu a ‘gentileza’ de Gum ao deixar Samuel, que entrou no lugar de Rafael Sobis, roubar a bola e dar de bandeja para Fred, artilheiro do Brasileirão, marcar o seu gol de número 17 na competição.

Ney Franco e Abel Braga ainda mexeram nas equipes – entraram Ademilson, Willian José, Diguinho e Higor, mas o jogo esfriou e São Paulo e Fluminense não saíram do empate por 1 a 1, com direito a uma boa defesa de Diego Cavalieri em chute de Ademilson no fim do jogo.

No returno, São Paulo deu troco nos rivais.

3 nov

saopaulofc.net

O São Paulo recebe o Fluminense neste domingo, às 17 horas, no Morumbi, novamente para se vingar neste Brasileirão. Com Luis Fabiano de volta ao time e Lucas em grande fase, o time poderá repetir o que tem feito neste returno: devolver a derrota do primeiro turno e recuperar os três pontos.

Das cinco derrotas ocorridas no primeiro turno até o confronto diante do Fluminense, o São Paulo se vingou quatro vezes: goleou o Botafogo (4×0) e a Portuguesa (3×1) e repetiu o resultado nas vitórias sobre o Vasco e Atlético Goianiense (2×0). O internacional foi a única equipe que saiu ilesa. Após vencer no Beira-Rio por 1 a 0, os gaúchos arrancaram empate no Morumbi (1×1).

“Isso revela o crescimento da equipe de um turno para o outro. Hoje temos uma equipe forte, reforçada e um padrão de jogo definido. Os atletas entenderam nossa proposta de jogo”, avalia Ney Franco, considerando, especialmente, a volta de Lucas da Olimpíada e a presença mais assídua de Luis Fabiano em campo.

Já o meia Jadson diz que a derrota para o Fluminense em São Januário (1×2) foi injusta e espera dar o troco no Morumbi.

“Naquele jogo fomos bem e não merecíamos ter perdido, mas já passou. Agora temos a chance de nos vingar e mais que isso, ficar mais perto da Libertadores”, revela o camisa 10.

A vingança sobre o Fluminense leva o time à liderança do returno. A equipe carioca soma 30 pontos e o São Paulo 27. Porém, um triunfo deixa o Tricolor paulista na frente pelo saldo de gols.

Cavalieri reencontra ‘carrasco’ e ídolo Rogério Ceni: “Mudou a posição de goleiro”.

3 nov

Renan Rodrigues
Do UOL, em São Paulo

Além do duelo entre os artilheiros Fred e Luis Fabiano, a partida entre São Paulo e Fluminense, neste domingo, às 17h, no Morumbi, promoverá outro encontro especial para os torcedores. O goleiro Diego Cavalieri, que vive grande fase com o time carioca nesta temporada e passou a ter o nome ‘cobrado’ para a seleção brasileira, e Rogério Ceni, ídolo do time paulista e que também está em bom momento após um começo de ano complicado por conta de uma grave lesão.

Os 11 anos de diferença de idade entre o camisa 12 das Laranjeiras e o número 01 do Morumbi fazem com que Rogério Ceni seja ao mesmo tempo ídolo e carrasco para Diego Cavalieri. Defesas que inspiraram e gols que enervaram o arqueiro revelado nas categorias de base do Palmeiras. Foi inclusive pelo time paulista, atualmente ameçado pelo rebaixamento, que Cavalieri sofreu o primeiro dos dois tentos de Ceni. O gol de pênalti, feito no Paulista de 2007, ainda está na memória.

“Jogamos algumas vezes contra, até quando eu estava começando no Palmeiras ele fez [um gol] de pênalti. É um cara que dispensa comentários, excelente goleiro, excelente profissional. Fora de campo é um cara exemplar também. Precisamos tomar cuidado com faltas perto da área”, alertou Diego Cavalieri.

Para o camisa 12 do Fluminense, a habilidade de Ceni com os pés exigiu que os outros goleiros do futebol brasileiro passassem a também treinar mais reposições e saídas de bola, evitando o habitual ‘chutão’.

“Ele contribuiu muito para a posição de goleiro pela habilidade com os pés, pelo o que faz dentro de campo. Falta ou pênalti é perigoso, pois a gente sabe a qualidade que ele tem batendo na bola. É um a mais que a gente tem que se preocupar porque a qualidade dele é muito grande. É a peça a mais que o time deles tem”, completou o goleiro do Fluminense.

Semelhanças na seleção

Se defenderam rivais paulistas, Cavalieri e Ceni possuem uma semelhança. Nas grandes fases, acabaram não recebendo chances na seleção brasileira. O ídolo são-paulino fez parte do grupo pentacampeão em 2002, mas não entrou em campo nenhuma vez. Disputou 17 partidas pelo Brasil, mas entre 2005 e 2007, nos seus melhores momentos, conviveu com a sombra de Marcos, Dida e Júlio César.

Diego Cavalieri vive a mesma situação atualmente. Apontado por muitos como um dos melhores jogadores do Campeonato Brasileiro, ficou de fora das convocações do técnico Mano Menezes, que tem optado por Jefferson, do Botafogo. Porém, a postura tranquila, de evitar polêmicas, recebeu elogios do técnico Mano Menezes, que sinaliza com uma possível convocação após o Brasileirão.

Com Denilson e Lucas, Ney Franco confirma titulares.

18 out

O técnico Ney Franco confirmou o time titular que entrará em campo diante do Atlético-GO, nesta quinta-feira, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro. Pela primeira vez desde que chegou ao clube, o comandante são-paulino terá força máxima para escalar o São Paulo.

O meia-atacante Lucas está de volta após dois amistosos com a Seleção Brasileira. O camisa 7 foi liberado da atividade da manhã desta quarta-feira e se apresentará a Ney Franco às 18h, no CT da Barra Funda, onde o time já estará em regime de concentração.

“É a primeira vez que tenho praticamente todos os jogadores à disposição, com exceção de dois atletas que estão no REFFIS. Tenho a força máxima para escalar o time diante do Atlético-GO”, ressaltou o treinador são-paulino.

“Nossa equipe se ajustou no esquema de jogo. Da equipe que trabalhou hoje (quarta-feira) entraria apenas o Lucas no lugar do Douglas”, completou Ney Franco.

Além de Lucas, o volante Denilson é outro reforço. Fora da partida contra o Figueirense, no último fim de semana, também no Morumbi, o camisa 15 está recuperado de uma lombalgia e treinou os dois últimos dias com o restante do grupo.

Desta forma, o Tricolor poderá ir a campo com: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Denilson e Wellington; Jadson, Lucas e Osvaldo; Luis Fabiano. Douglas, que substituiu Lucas no período da Seleção, ficará como opção no banco de reservas.

SÃO PAULO DÁ PRESENTE A CENI NO JOGO 500, BATE O FIGUEIRA E ENTRA NO G-4.

14 out

Time chega pela primeira vez à zona da Libertadores. Nem queda de rendimento do anfitrião conseguiu animar o Figueirense, próximo da queda.

Rogério Ceni pisou no gramado do Morumbi pela quingentésima vez. A palavra é feia, mas a marca de 500 jogos na sua casa é rara e bela. Para presenteá-lo, o São Paulo resolveu dar o que o goleiro mais gosta: dedicação, raça, vontade e disposição. Receita que, mesmo executada por apenas 30 minutos, foi fatal para o frágil Figueirense. A vitória por 2 a 0 e mais a derrota do Vasco para o Santos pelo mesmo placar levaram o Tricolor pela primeira vez ao G-4 do Brasileirão. O time catarinense está ainda mais perto do rebaixamento.

Primeira vez também de um time paulista na zona de classificação à Libertadores de 2013. Com um roteiro esperado pelos 27.641 torcedores que foram ao Morumbi. Assistência do garçom Jadson, gol do artilheiro Luis Fabiano, que chegou a 15 na competição e 83 no estádio, igualando o recorde de Serginho Chulapa como maior artilheiro no local. .

O Figueira não mostrou nada que possa alentar sua torcida sobre a chance de ficar na Primeira Divisão. Sem força, sem reação, sem muito talento e sem ânimo. A equipe é penúltima na tabela, com 25 pontos, dez atrás do Bahia, o primeiro fora da zona de rebaixamento. Já o São Paulo chegou a 52 e abriu dois do Vasco.

Uma situação que pode ficar ainda melhor, já que na quinta-feira os comandados de Ney Franco receberão o lanterna Atlético-GO no Morumbi. Na quarta, o Figueirense vai ao Beira-Rio para mais um difícil duelo. Agora diante do Internacional, outro postulante à Libertadores.

No Morumbi, Luis Fabiano iguala Chulapa, e Ceni vibra no jogo 500

Parecia um replay dos últimos dois jogos, contra Palmeiras e Vasco. O São Paulo amassou o Figueirense aos poucos, como manda o figurino do anfitrião que é muito superior tecnicamente. Com uma marcação adiantada e passes rápidos, o surpreendente Paulo Miranda criou a primeira chance em um chute de pé esquerdo.

As laterais eram mesmo o caminho. Cortez passou por Elsinho com belos dribles, mas não conseguiu acertar o cruzamento. O Figueirense tinha Ronny e Julio Cesar alinhados no meio e Aloísio isolado na frente. O centroavante, que tem grandes chances de mudar de lado e defender o São Paulo no ano que vem, tentou fazer o pivô para os companheiros, que não aproveitaram. Depois, tentou para ele mesmo, num giro rápido que terminou em finalização ruim.

“Que inveja desse Luis Fabiano…”, deve ter pensado o provável futuro companheiro. Além de todo seu talento, tem um assistente como Jadson. O camisa 10, que alguns torcedores insistem em não valorizar, cobrou escanteio na cabeça do Fabuloso, que, sozinho, aos 13 minutos, abriu o placar, beijou o símbolo e apontou para o “aniversariante” Ceni, que retribuiu com aplausos. Foi a nona assistência de Jadson, que disputou todas as 30 partidas do São Paulo na competição.

O gol fez o time aumentar a marcação no campo de ataque. Em chegada rápida, Osvaldo e Luis Fabiano tentaram, Helder salvou o Figueira uma vez, mas não impediu que Douglas, após passe de Maicon, fizesse o segundo, aos 20 minutos. E dá-lhe aplausos de Ceni. Sem pressão dos catarinenses, o goleiro devia estar gelado na fria tarde paulistana. Tanto que correu para bater uma falta no ataque e acertou a barreira.

O Figueirense adiantou sua linha de meio, com Coutinho e Claudinei, e o time ficou mais compacto. Equilibrou mais a partida, mas não o suficiente para assustar a torcida.

São Paulo diminui ritmo, mas Figueira não reage

O segundo tempo começou com as arquibancadas em polvorosa graças ao placar eletrônico, que anunciou o segundo gol do Santos sobre o Vasco na Vila Belmiro. Mas a passividade do São Paulo diante de um Figueirense sem recursos desanimou o público. Demorou mais de dez minutos para a equipe acordar nos pés de Osvaldo, que deu duas arrancadas. Nada sensacional, mas os tricolores só precisavam de um empurrãozinho para fazer festa.

Tanto que morreram de rir e vaiar quando o árbitro Leandro Vuaden se chocou com Jadson, impediu um contra-ataque tricolor e acabou levando a pior. Teve até que ser atendido pelo departamento médico do São Paulo. Dor na mão e dor no ouvido, que sofreu com as reclamações de Luis Fabiano. O atacante caiu, caiu, caiu… E nada de falta marcada.

O jogo seguia no marasmo, a temperatura baixava e Rogério se aquecia. As chegadas do Figueira, principalmente com Julio Cesar pela esquerda, não levavam perigo. O goleiro quase comemorou novamente quando Jadson chutou de longe e a bola raspou a trave de Wilson. Depois, o meia achou Luis Fabiano livre na área, mas o toque do centroavante foi muito forte.

Apesar da queda de rendimento de jogadores como Douglas e Maicon, Ney Franco demorou demais a mexer. Casemiro e Cícero entraram tarde demais, aos 36 minutos. O técnico colaborou com o marasmo que tomou conta do Morumbi. Aloísio teve boa chance quando Julio Cesar deixou a bola passar de propósito, mas finalizou muito mal. Depois, arriscou uma bicicleta e, finalmente, fez Ceni trabalhar.

“Tá chegando a hora”, cantava a torcida. O jogo ruim fez com que ela demorasse a chegar. Mas chegou! O São Paulo completou três vitórias seguidas, três jogos consecutivos sem sofrer gol, sete sem perder, e alcançou o tão sonhado G-4. A Libertadores começa a virar realidade.

deu certo

Maicon

Maicon jogou no lugar de Denilson e ajudou o ataque, inclusive com assistência para o gol de Douglas, o segundo da vitória tricolor.

arbitragem

Acidente

Leandro Vuaden não deu nenhum cartão amarelo e apareceu quando se chocou com Jadson e machucou a mão durante a partida.

deu errado

Estratégia

A tática do Figueirense de isolar Aloísio no ataque foi ineficaz. Quando ele ganhou ajuda, o jogo já estava definido.