Com o chapéu alheio: verdades e mentiras sobre o novo patrocínio do Corinthians.

20 nov
Por Paulinho, do Blog do Paulinho.

O departamento de Marketing do Corinthians apresentará, daqui a pouco, com pompas e circunstâncias, a Caixa Econômica Federal como nova patrocinadora do clube.

Tentará capitalizar para si uma “conquista” da qual sequer teve participação.

Pelo contrário.

Enquanto a mão do marketing alvinegro esteve em movimentação, o que se viu no Corinthians foi ausência de patrocínio, divulgação de negociações inexistentes e até calotes de empresa que faliu após quatro meses de funcionamento.

É evidente que o acordo com a CAIXA é fruto de mais uma ação “companheira” do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, nos bastidores, fortemente influenciada pelo desejo do ex-presidente Lula de angariar popularidade, que já não é a mesma de outrora.

Vale lembrar que pela mesma influencia, recentemente, o banco do Governo jogou dinheiro bom em cima da massa falida do Pan-Americano, noutro golpe, assim como ocorre com o Corinthians, no bolso da população brasileira.

A facilitação chegou a níveis tão indecentes, que seria impossível firmar o acordo entre banco e clube se todas as pendencias fiscais não estivessem quitadas, porém, para viabilizar o “Fielzão”, utilizou-se do expediente de parcelar a milionária dívida alvinegra em centenas de parcelas, emitindo o certificado necessário após o pagamento do primeiro vencimento.

Ou seja, o Corinthians deve ainda 90% da pendência, mesmo assim, levará a grana da CAIXA, numa ação pra lá de duvidosa.

Apesar disso, com toda a ajuda possível do PT, os valores serão ainda inferiores ao conquistado por Ronaldo Fenômeno, dois anos atrás, com o acordo da Hypermarcas, e quase metade do que Rosenberg dizia “não abrir mão” de fechar para a camisa corinthiana.

O Corinthians poderá, então, exibir o logo da Estatal no Japão, mesmo com o regulamento prevendo que apenas patrocinadores do ano anterior pudessem fazê-lo, exatamente porque durante este período, a incompetência de Rosenberg não conseguiu colocar nenhuma marca no manto alvinegro.

A FIFA, para evitar o vexame, flexibilizou a regra, entendendo que o novo patrocínio poderia ocupar o lugar que há um ano não era de ninguém.

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