Direção do São Paulo testa a honestidade de Marin ao mandar ofício pedindo que seus jogadores não sejam convocados.

9 nov

De Vitor Birner

José Maria Marin, em entrevista ao Cartão Verde do dia 4 de setembro, foi claro e direto ao tratar da liberação de jogadores convocados para a seleção brasileira.

“ Isso se resolve facilmente. Cada dirigente, ou presidente, que julgar que sua equipe está sendo prejudicada pela convocação, mande um ofício à CBF, assine o ofício, e certamente eu vou atender o pedido”

A cartolagem, com medo dele, dos empresários e até dos próprios jogadores, reclama na imprensa, fala sobre o seu seu descontentamento, mas não manda o tal ofício.

http://blogdobirner.virgula.uol.com.br/2012/10/08/marin-garante-que-libera-jogadores-dos-amistosos-da-selecao-cartolas-dos-clube-so-precisam-pedir-mas-tem-medo-e-interesses/

O São Paulo finalmente tomou a atitude.

Documentou o pedido de não convocação de seus funcionários para o superclássico das trevas, aquele que não aconteceu por falta de luz,  entre o catadão hermano e a seleção brasileira formada por jogadores que atuam em nosso país.

No mesmo dia de Argentina x Brasil está marcada a semifinal da Copa Sul-Americana.

Vamos aguardar para saber se Marin cumprirá a palavra e se futuramente haverá alguma espécie de retaliação.

Os dirigentes dos outros clubes poderiam pegar o embalo e fazer o mesmo.

Os do Grêmio, por exemplo, talvez sejam forçados a mandar o ofício, pois a equipe gaúcha, se eliminar o Millonarios da Colômbia, vai encarar o São Paulo.

Caso Marin coloque em prática o que prometeu, a iniciativa são-paulina poderá ajudar, de hoje em diante, todas equipes brasileiras que forem perder jogadores em confrontos importantes.

Isso, claro, se os dirigentes delas trocarem o medo pela ação importante para os clubes que administram.

Quantos pontos o Santos teria no Brasileirão caso Neymar não passasse tanto tempo recebendo salário do Peixe e defendendo a seleção?

Citei o melhor atleta do Brasil porque é o exemplo mais claro. Há outros.

Obviamente, não cabe a nenhum boleiro a iniciativa de pedir dispensa do selecionado nacional.

Os cartolas devem assumir tal responsabilidade.

O vídeo abaixo tem a afirmação de Marin sobre a liberação de atletas para quem mandar ofício. Assista do vigésimo primeiro minuto em diante.

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