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Marco Aurélio Cunha reprova manifestação de apoio de Juvenal a Fernando Haddad.

23 out

Marco Aurélio Cunha, vereador reeleito pelo PSD e ex-dirigente do São Paulo, desaprovou a manifestação de Juvenal Juvêncio, que na última segunda declarou apoio ao candidato Fernando Haddad (PT). Empenhado na campanha de José Serra (PSDB), o parlamentar entende que a associação entre a opinião do presidente e o próprio clube deveria ser evitada.

“Acho que a instituição não deve dar apoio a ninguém. O Juvenal tem de deixar claro que é a opinião dele, e não do São Paulo. Eu acho que ele pode [manifestar apoio], mas não deveria. É difícil dissociar a imagem do presidente da instituição”, disse Marco Aurélio Cunha, em entrevista ao UOL Esporte.

Juvenal Juvêncio posicionou-se publicamente na última segunda em um evento que contou ainda com as presenças de Arnaldo Tirone, presidente do Palmeiras, e Andrés Sanchez, militante do PT e ex-presidente do Corinthians. Consultado, o São Paulo explicou que trata-se de uma opinião pessoal de Juvenal Juvêncio.

Dentro do próprio clube, o presidente encontra opiniões contrárias à dele. Na última sexta, Rogério Ceni posicionou-se a favor da candidatura de José Serra em um evento no Pacaembu.

Nesta terça, questionado sobre o caso de Juvenal, João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente de futebol do clube, foi pelo mesmo caminho do goleiro e capitão. O cartola disse não ver nenhum problema na postura adotada pelo presidente e acrescentou que ele, por exemplo, vota no Serra.

Marco Aurélio, potencial candidato à presidência do São Paulo nas próximas eleições, ainda adiantou que teria uma postura diferente do ex-chefe. “Eu não daria apoio a ninguém. Jamais vou manifestar meu apoio se ocupar um cargo na minha instituição. É elegante ouvir um candidato. É importante acompanhar o que ele quer fazer, mas manifestar seu apoio não. A instituição está acima de qualquer partidarismo político”, disse o ex-dirigente.

Marco Aurélio Cunha é cabo eleitoral de Lugano.

15 out

Blog do Menon

Marco Aurélio Cunha, ex diretor de futebol de São Paulo e vereador na capital, é o maior cabo eleitoral da volta de Diego Lugano ao São Paulo. Tem falado constantemente com o presidente Juvenal Juvêncio e com João Paulo de Jesus Lopes, vice de futebol sobre a conveniência da volta do jogador.

“A volta dele é muito importante, principalmente se o clube estiver, como tudo indica, de volta à Libertadores. Ele é um jogador fundamental, não só pelo jogo, mas pela presença e pelo caráter. Você não faz ideia de como a presença de Lugano em um vestiário antes de jogo decisivo é importante”, diz Marco Aurélio.

Ele cita dois exemplos para reafirmar a necessidade de se ter um Lugano no time. “Ele me disse que teve foi procurado por um dirigente do Grêmio, com uma oferta bem fundamentada. Agradeceu e disse que não poderia responder nada sem conversar antes com o São Paulo. E o dirigente disse que, depois disso, tinha um motivo a mais para contratá-lo. E você viu agora pela seleção uruguaia? Ele se contundiu e além disso está suspenso. Mesmo assim, fez questão de acompanhar o time até La Paz porque é capitão e não abandona o time de jeito algum”.

A seriedade de Lugano é conhecida. Sua importância junto à torcida, onde é adorado também, mas e o futebol? Com 33 anos e mais lento do que antes, poderia jogar em alto nível? “É só olhar o Índio, que está com 37 anos e joga bem no Inter”, diz Marco Aurélio. “Ele, em um jogo importante, ele com três zagueiros, é alguém muito respeitável e necessário”.

Mas seria necessária a volta do esquema com três zagueiros? “Não sei, mas porque não? O time ganhou muitas vezes assim”.

Terminada a eleição em São Paulo, Marco Aurélio Cunha pretende passar alguns dias com Lugano na França. Quando chegar lá, será difícil convencer a torcida que não está a serviço do clube, com ordem de Juvenal – a quem já teria convencido – de trazer Lugano de volta.

O que conta a favor da volta do uruguaio é que sua contratação por outro clube seria considerada, pela torcida, como uma grande derrota. Algo imperdoável. Torcedor não vota, mas faz um barulho enorme. A janela de janeiro é a próxima oportunidade para trazer Lugano. Juvenal estará pressionado.

Marco Aurélio Cunha: “Eu tenho um clube que me espera”.

11 set

Por Breiller Pires, da PLACAR

Ex-dirigente tricolor, Marco Aurélio Cunha culpa supervalorização da base pelos anos sem títulos do São Paulo e diz ter apoio da torcida para voltar como presidente.

Você saiu do São Paulo no início de 2011 alegando que não era mais ouvido. O que havia de errado na gestão do clube?
O São Paulo perdeu o rumo contratando treinadores em sequência. Carpegiani, Adílson, Leão… Nenhum deles tinha perfil parecido. A culpa não é só do Juvenal [Juvêncio]. A diretoria que o cerca tem vaidade, visão de poder, de querer mandar. O clube abriu mão de uma comissão técnica vitoriosa, com o Turíbio [Leite de Barros, fisiologista], o Carlinhos Neves [preparador físico] e eu. Essa comissão tinha conhecimento, poder de resistência. De rebater, não digo ordens, mas “sugestões” da presidência.

As ingerências de Juvenal no time atrapalham o ambiente?
O presidente Juvenal, quando diretor de futebol, tinha o mesmo comportamento. Era um sujeito que ia lá e dava um cavalo para o Souza. Na época antiga, brincava com o Careca e dobrava o bicho no vestiário. Mas ele fazia futebol, e não política de clube. Focado no futebol, você é aceito pelo grupo, como eu era, no sentido de sugestões e diálogo. Não havia conflito.

Casos como o veto ao zagueiro Paulo Miranda eram comuns?
Muitas vezes eu vi, com o próprio Muricy [Ramalho] e com outros treinadores, aquela conversa de mesa em que o Juvenal dizia: “Estou achando tal jogador falho…” Ele é o presidente, tem de opinar. Mas dizer “sai ou entra” extrapola os limites. É imposição.

Juvenal afirmou que seria um bom técnico para o São Paulo…
Isso foi uma bobagem do Juvenal. Profissionalmente, eu estou há mais de 30 anos no futebol. Convivi com grandes treinadores. Mas nenhum dirigente sabe dar treino. O treinador é quem ensina o jogador. Eu jamais poderia ser técnico. O presidente Juvenal também não.

“Com a estrutura do São Paulo, cria-se o jogador ‘filhinho de papai’: bem tratado, mas mal-acostumado. Eu me lembro de garotos exigindo lugar na equipe principal, como se fosse fácil”

O que mais o contrariou em seus últimos dias de clube?
Antes da saída do Ricardo Gomes, era o momento de rever conceitos, não de arriscar com um treinador da base [Sérgio Baresi] só porque ele ganhou uma Copa São Paulo, nos pênaltis. Foi como entregar a direção de um hospital a um médico residente, para criar uma nova fase, dos “meninos de Cotia”. Ninguém é mais favorável ao CT de Cotia que eu. Talvez seja a maior obra do São Paulo depois do Morumbi. Mas a gestão de pessoas lá nunca foi adequada.

O Corinthians, ao manter Tite e formar um time experiente, usou a fórmula que levou o São Paulo a ganhar a Libertadores?
O Corinthians sofria de ejaculação precoce na Libertadores e copiou o São Paulo, no bom sentido. Queriam ganhar de qualquer jeito, perdiam por ansiedade e buscavam culpados. Foi um time que observou o São Paulo e descobriu a chave do sucesso. O nosso, com a chave do sucesso nas mãos, resolveu mudar para consolidar uma política de base que tem méritos, mas não é prática com tantos jogadores ao mesmo tempo na equipe principal. No Mundial de 2005, havia só o Edcarlos da base, além do Rogério Ceni, que nasceu no São Paulo. Um time competente é um time experiente.

A diretoria está certa em segurar o Lucas e exigir o cumprimento do contrato?
O Lucas está na linha de Ganso e Neymar, dos fora de série que surgem no futebol brasileiro. Mas, no São Paulo, ainda há resistência em valorizar o jogador e fazer renovação antecipada. Por isso o Miranda foi embora de graça após o fim do contrato. Não posso concordar que isso tenha sido certo.

Você faz planos para voltar ao São Paulo?
Eu ouço isso todos os dias na rua, de torcedores e amigos: “Quando você volta?” Eu volto o dia que quiserem. Jamais forçarei minha volta.

O retorno passa pela presidência do clube?
O tempo vai dizer… Eu não antecipo que vou ser candidato a presidente porque seria desrespeito com gente que tem a mesma vontade. Mas resumo em uma frase: “Eu tenho um clube que me espera”.

São Paulo quer Ganso na semana que vem.

6 set

O São Paulo fará nova oferta por Paulo Henrique Ganso na semana que vem. O presidente Juvenal Juvêncio deve oferecer R$ 17 milhões ao Santos, pelos 45% dos direitos econômicos do meia, que o clube detém. Os 55% da DIS não serão adquiridos, segundo a diretoria. A cúpula são-paulina confia que a proposta, mesmo abaixo da multa de R$ 23,8 milhões, vai convencer o Santos a liberar o jogador e pretende fechar o negócio em até dez dias.

Na conta
O pagamento do Paris Saint-Germain de R$ 108 milhões por Lucas, ao São Paulo, já foi enviado ao Brasil mas ainda precisa passar pelo Banco Central  para chegar aos cofres do clube paulista. Ao jogador, o São Paulo repassará 25% da verba, e ficará com R$ 81 milhões, que ainda não têm destino certo.

Cobertura
A Odebrecht vai começar a montar neste mês as estruturas metálicas da cobertura da Arena Corinthians. Esta é a parte da obra mais cara até agora. As peças foram encomendadas. A produção deverá demorar cerca de quatro meses e não inclui a colocação das placas do teto. O estádio deve ficar pronto em dezembro de 2013.

Cobertura verde
A WTorre está separando uma área na região do gramado da Arena Palestra para servir de canteiro de obras para a montagem da cobertura do estádio. As obras de cobertura devem começar no máximo até outubro. Conselheiros palmeirenses em visita às obras elogiaram a vista do campo desde os camarotes.

Revés e pressa
Conselheiros do Palmeiras que trabalham pelas eleições diretas dizem que podem tentar antecipar para o fim do ano a implementação da medida caso o clube seja rebaixado para a Série B neste Brasileirão. Mesmo assim, têm pouca esperança de convencer o Conselho Deliberativo a aprovarem as diretas para o próximo pleito, em janeiro.

Arquivo
O presidente do Conselho Deliberativo do Vasco, Abílio Borges, diz que não marcou a reunião para examinar as contas de 2011 porque o Fiscal enviou relatório incompleto. O CF afirma que diretoria não entregou certos documentos, como o parecer da auditoria externa. Isto deve ser solucionado até a próxima semana.

Colosso
O Flamengo aguarda para outubro a aprovação pela prefeitura do Rio do projeto que vai transformar o Morro da Viúva em hotel, pelo acordo já firmado com a REX, de Eike Batista. O prédio foi incluído no “Pacote Olímpico”. Só depois desta aprovação é que será concedido o perdão de R$ 16 milhões de dívidas com o IPTU.

Longo adeus
O Grêmio finaliza uma agenda de 13 dias com eventos de despedida do estádio Olímpico, em dezembro. Estão sendo programados jogos com ídolos do clube, encontro com associados, além de um leilão. Neste, serão leiloados pedaços da grama do campo e também parte do mobiliário que o clube vai renovar quando o administrativo se mudar para a nova arena

Repetência
A diretoria do Vasco se irritou com a rejeição unânime do Conselho Fiscal no parecer das contas de 2011. Em reunião anteontem com membros do Conselho, Peralta disse estar chateado, mas, após ler o parecer se acalmou. Esta é a terceira vez que a gestão de Roberto Dinamite tem as contas reprovadas pelo órgão.

De Letra

“O problema do São Paulo é a ciclotimia. Quando ganha dois jogos, tudo é maravilhoso, mas basta perder um que tudo volta a ser questionado.” – Marco Aurélio Cunha, conselheiro e ex-superintendente do São Paulo. Cunha afastou-se da situação desde que Juvenal Juvêncio buscou o terceiro mandato.

Acaba a novela sobre a cobertura do Morumbi.

28 ago

Boa noticia para o torcida tricolor em primeira mão, o ex-dirigente e vereador Marco Aurelio Cunha acaba de confirmar em seu Twitter, que a COMPRESP votou em sua maioria, hoje, pela aprovação da Cobertura do Estádio do SPFC. Em suas palavras “O torcedor ficará mais protegido, o estádio acolhedor”.

O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo (Conpresp) deu, na tarde desta terça-feira (28), aval para que o São Paulo Futebol Clube dê andamento às obras de cobertura do estádio do Morumbi. De acordo com a Prefeitura, a decisão foi tomada nesta tarde e os detalhes ainda não foram divulgados.

Com a obtenção do aval, o clube precisa agora apresentar o projeto e conseguir que a Prefeitura conceda os alvarás para as obras, segundo a assessoria da administração municipal.

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Moradores do entorno contestam as modificações previstas no espaço e pedem, em ação no Ministério Público, o tombamento do estádio e de áreas no entorno. Além da cobertura, o projeto do São Paulo inclui uma área multiuso para até 25 mil pessoas, hotel e museu. Até por volta das 15h30, a assessoria do Conpresp não havia detalhado se a decisão do órgão também liberava o museu e o hotel.

Procurado pelo G1, o vereador Marco Aurélio Cunha (PSD), conselheiro do clube, confirmou às 16h30 que houve decisão favorável ao pedido do São Paulo e disse que a decisão refere-se apenas à cobertura. Segundo Marco Aurélio, o pedido de tombamento do estádio causou um atraso de 4 meses no início das obras.

O projeto da cobertura prevê o uso de estrutura metálica. Ela será suspensa por cabos para melhorar a acústica nos arredores do estádio, de acordo com o clube. O prazo de conclusão estimado é de 18 meses a partir do início das obras. A parceria foi assinada entre São Paulo e empresas em 20 de dezembro de 2011.

O projeto é de autoria da empresa Projeto Alpha Engenharia de Estruturas e será viabilizado pela construtora Andrade Gutierrez, que vai arcar com os custos da obra, estimados em R$ 150 milhões.

Cunha critica a ação movida pela associação de moradores da região. “Não consigo entender como alguém pode questionar esse tipo de melhoria arquitetônica e dizer que vai influenciar no trânsito”, disse. Os moradores reclamam que com a cobertura o clube vai aumentar o número de shows realizados no local com a alegação de que o ruído será minimizado.

Moradores contestam mudanças
A Associação Sociedade Amigos da Vila Inah (Saviah) entrou com uma ação civil pública em 26 de abril pedindo o tombamento dos bairros City Vila Inah e Jardim Leonor, área que inclui o estádio Cícero Pompeu de Toledo, conhecido como estádio do Morumbi.

Segundo o morador Yves Jadoul, presidente da associação, o objetivo do pedido de tombamento é também uma forma de  reforçar os termos de concessão que permitiram a doação da área do estádio ao clube. Os moradores argumentam que o local só deve ser usado para fins esportivos.

“Queremos que as leis sejem respeitadas na sua integridade para que os imóveis não percam o valor de mercado”, afirmou.

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